segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

SÃO BENTO - GABARITO DA PROVA



1. Leia o texto:
“21 de janeiro de 1822 – Fui à terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como seleiros e armazéns, de secos e molhados; mas, em geral, os ingleses aqui vendem as suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou franceses. Quanto a alfaiates, penso que há mais ingleses do que franceses, mas poucos de uns e outros. Há padarias de ambas as nações (...). As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, (...), mas, acima de tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil, além de sedas, crepes e outros artigos da China. Mas qualquer cousa comprada a retalho numa loja inglesa ou francesa é, geralmente falando, muito cara.” (GRAHAM, Maria. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo: Edusp, 1990).
O texto acima, de Maria Graham, uma inglesa que esteve no Brasil em 1821, remete-nos a um contexto que engloba
a) os efeitos da abertura dos portos e dos tratados de 1810.
b) o processo de globalização da economia no Brasil.
c) as reformas econômicas do Marquês de Pombal.
d) a suspensão do Tratado de Methuen, com a ampliação da influência inglesa no Brasil.
e) os efeitos da mineração, que contribuíram para interligar as várias regiões do Brasil ao Exterior.

2. Assinale a alternativa que define o papel da “abertura dos portos” no processo de descolonização.
a) A abertura dos portos às nações amigas anulou a política mercantilista desenvolvida por Portugal, junto à sua antiga colônia na América, tornando-a de imediato independente.
b) As novas condições criadas pela Revolução Industrial na Inglaterra e, conseqüentemente, o controle que este país exercia sobre o comércio internacional e os transportes marítimos não permitiam a Portugal, seu antigo aliado, exercer o pacto colonial.
c) A política de portos abertos na América era muito importante para as colônias e negativa para as metrópoles.
d) A abertura dos portos possibilitou ao BRASIL negociar livremente com todas as nações, inclusive com a França.
e) Através da abertura dos portos, o BRASIL pôde definir uma política protecionista de comércio à sua nascente indústria naval.
3. A dissolução da Constituinte de 1823, provocou em Pernambuco, grande foco do liberalismo, aspirações de autonomia. Tal posição baseava-se em uma tradição guerreira e revolucionária que vinha do século XVII e havia sido mantida pela Guerra dos Mascates e pela Revolução de 1817.
Na revolução, que ora eclodia, um de seus líderes foi fuzilado. Os nomes da revolução e do líder são:
a) Revolução Praieira, Beckman;
b) Balaiada, Pedro Dias Pais Leme;
c) Confederação do Equador, Frei Caneca;
d) Guerra dos Farrapos, Bento Gonçalves;
e) Guerra dos Emboabas, Manuel Nunes Viana.

4. O anteprojeto que deveria servir de base para a Primeira Constituição do Brasil, em discussão na Assembléia Constituinte em setembro de 1823, tinha como uma de suas características:
a) O espírito liberal de seus artigos, permitindo às camadas populares o direito de elegerem os seus representantes.
b) A tentativa de limitar a influência da aristocracia rural nas decisões políticas.
c) A tentativa de os portugueses, desde que dispusessem de uma determinada renda, exercerem cargos públicos.
d) A limitação ao máximo o poder de Pedro I, com a valorização do poder da representação nacional.
e) A completa eliminação de fatores econômicos na organização do eleitorado brasileiro.

5. A Independência do Brasil não foi um mero projeto pessoal de Pedro I e de uns poucos grandes homens. Esta emancipação política é um dos aspectos da crise do sistema colonial e se relaciona profundamente com as mudanças econômicas em marcha, na Europa, desde o século XVIII. A nossa Independência.
0 0. obedeceu às exigências do processo capitalista que tem como pressuposto a liberdade de troca;
1 1. alterou profundamente a tradicional posição ocupada pelo Brasil no mercado internacional como fornecedor de matérias primas;
2 2. permitiu a continuidade da ordem social baseada no latifúndio e na escravidão;
3 3. teve o apoio das classes dominantes que sentiam necessidade de eliminar o intermediário na compra de produtos manufaturados;
4 4. garantiu a diminuição do trabalho escravo no Brasil, estimulando um dinâmico mercado interno.

6. A Confederação do Equador foi proclamada no dia 2 de julho de 1824, pelo governador Paes de Andrade, eleito pelo povo de Pernambuco. Sobre a Confederação podemos afirmar:
0 0. era um novo Estado inspirado no modelo americano, com dois poderes: Executivo e Legislativo;
1 1. queria reunir as províncias do Brasil sob a forma federalista, com um governo representativo e republicano;
2 2. escolhendo o seu governador, os pernambucanos marcaram o rompimento com o poder central;
3 3. as divergências entre a classe dominante e o poder central foram a única razão do movimento;
4 4. a decisão de abolir o tráfico de escravos no porto do Recife causou profundas divisões no movimento.


GABARITO:
01 – A
02 – B
03 – C
04 – D
05 – VFVVF
06 – VVVFV

Questão de Filosofia da Semana


O mundo atual é uma realidade multiforme e complexa que tem inspirado muitos filósofos a debruçar-se sobre as questões que são colocadas às sociedades, com variedade de posições e criatividade, num leque de opções que pode assim definir-se:
A) Apesar de sua importância as questões ambientais não têm captado a atenção dos filósofos.
B) Em questões políticas a grande maioria dos filósofos atuais defende os regimes fortes e as ditaduras.
C) A globalização contribuiu para dar ao pensamento oriental, nomeadamente às doutrinas tradicionais indianas e chinesas, ascendência dominante sobre a filosofia ocidental.
D) No que se refere à Bioética todos os problemas morais devem ser decididos pelas ciências médicas sem recurso à filosofia.
E) As grandes "escolas" ou tendências doutrinárias do século XX, como neo-escolástica, existencialismo, e marxismo cederam lugar a outras tendências e teorias, mas não desapareceram.


resp.: e

domingo, 5 de dezembro de 2010

COVEST 2ª FASE - HISTÓRIA



GABARITO PRELIMINAR

01 - FFFVF - HG - FILOSOFIA GREGA
02 - FFFVF - HG - ROMA IMPERIAL
03 - VFVVF - HG - RELIGIÃO MUÇULMANA
04 - FFFVV - HG - FEUDALISMO
05 - VFVFV - HB - ECONOMIA COLONIAL
06 - VFFFF - HG - REFORMA RELIGIOSA
07 - VFFFV - HB - REVOLTAS COLONIAIS
08 - FVFVF - HG - CAPITALISMO - KARL MARX
09 - FFVFF - HB - REPÚBLICA VELHA
10 - VFVFF - HG - MODERNISMO - ARTES PLÁSTICAS
11 - FVFVF - HB - CINEMA NOVO
12 - FFFFV - HB - GOVERNOS POPULISTAS - JÂNIO QUADROS
13 - FVFVF - HB - PT - TRAJETÓRIA POLÍTICA
14 - FFFVF - HG - CUBA DO SÉCULO XXI
15 - FFVFF - HG - EFEITOS DAS NOVAS TECNOLOGIAS NA SOCIEDADE
16 - FVFFF - HG - SOCIEDADE DO SÉCULO XXI

sábado, 4 de dezembro de 2010

EDUCAÇÃO (Visão de uma psiquiatra)


Palestra ministrada pelo Dr. Içami Tiba em Curitiba.

1. A educação não pode ser delegada à escola.
Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar alguém com internet, som, tv, etc.

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. Confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai disse que não ganhará doce, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

7. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

8. Temos que produzir o máximo que podemos, pois na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio. Não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

9. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente, pois aquela informação, de que droga faz mal, não está gerando conhecimento.

10. A gravidez é um sucesso biológico, e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

11. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para da droga fazer uso. A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

12. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

13. Homem não gosta quando a mulher vem perguntar: 'E aí, como foi o seu dia?'. O dia, para o homem, já foi, e ele só falará se tiver alguma coisa relevante. Não quer relembrar todos os fatos do dia..

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se desistir ou for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Mães, muitas são loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, a sociedade terá que engolir os dele.

20. Videogames são um perigo. Os pais têm que explicar como é a realidade. Na vida real, não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pai não pode explorar o filho por uma inabilidade que o próprio pai tenha. 'Filho, digite tudo isso aqui pra mim porque não sei ligar o computador'. O filho tem que ensiná-lo para aprender a ser líder. Se o filho ensina o líder (pai), então ele também será um líder.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. Não há hierarquia. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que saber qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto que isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Tem que controlar e ensinar a gastar.

The Police...simplesmente.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O MÉTODO TRI



Brasília – O Escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil informou, por meio de nota, que a metodologia aplicada no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – a Teoria de Resposta ao Item (TRI) – garante a isonomia das provas, ainda que elas tenham de ser aplicadas em períodos diferentes.

De acordo com o órgão, a metodologia apresenta amplo respaldo na literatura científica internacional e tem sido utilizada em um conjunto importante de avaliações conduzidas por organismos internacionais.

Uma das vantagens da TRI, segundo a ONU, é a possibilidade de elaboração de provas diferentes para um mesmo exame, que podem ser aplicadas em qualquer período do ano, para grupos distintos, mas com o mesmo grau de dificuldade.

"Vale ressaltar ainda que a metodologia da TRI prioriza o uso de habilidades reflexivas e analíticas em detrimento da memorização de conteúdos, o que representa um avanço importante em relação a outros modelos de avaliação", diz a nota.

Após problemas registrados durante a aplicação do Enem no último fim de semana, a Justiça Federal do Ceará suspendeu o exame e defende que as provas sejam reaplicadas para todos os candidatos. Já o Ministério da Educação quer que apenas os candidatos que foram prejudicados tenham o direito de fazer uma nova avaliação.

por luisnassif

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

PRÉ-HISTÓRIA




Conhecemos por Pré-História o longo período da existência do homem que se situa entre o surgimento do homem e a invenção da escrita.
Nesse período, ocorreu a longa e lenta evolução do homem, desde o surgimento do australopithecus - nosso antepassado mais longínquo - até o homem de Cro¬Magnon, que possui características semelhantes às do homem atual.

Os Hominídeos Fósseis

Os hominídeos são os antecedentes diretos do homem. Até hoje, os fósseis mais antigos de hominídeos de que temos notícia foram descobertos na Tanzânia, na África, o que confirma a hipótese de que o berço da humanidade é, realmente, o continente africano.

Em 1924, foi encontrado, na África do Sul, o primeiro crânio de um australopithecus (macaco do sul). Achados arqueológicos, na década de 50, mostram que o australopithecus já possuía posição ereta. Sabemos que são vários os tipos de australopithecus e que ele viveu há cerca de 3 milhões de anos nas savanas da África. Sua altura era de aproximadamente 1,3 metro de altura, pesava cerca de 30 quilos e sua capacidade craniana era de 500 cm3, pouco maior que a de um chimpanzé, que é de 400 cm3. Em 1974, foi encontrado um fóssil do sexo feminino de aproximadamente 20 anos de idade, que foi nomeado de Lucy.
Até hoje não ficou esclarecido como ocorreu o desaparecimento dos australopithecus. Supõe-se que eles tenham sido destruídos em confrontos com hominídeos mais evoluídos, que já conheciam instrumentos de pedra.

 Homo habilis

Viveu há aproximadamente 2 milhões de anos, tendo sido contemporâneo do australopithecus. Sua capacidade craniana era de aproximadamente 800 cm3. Foi o primeiro hominídeo a apresentar habilidade com as mãos, daí ser chamado de homo habilis (homem hábil), e a fabricar instrumentos de pedra. Com esses instrumentos, era capaz de esquartejar animais que haviam sido mortos por predadores e, dessa forma, incluia a carne em sua dieta.

 Homo erectus ou Pithecantropus erectus

O Homo erectus surgiu na África centro-oriental, aproximadamente 500 mil anos após o surgimento do Homo habilis. O primeiro fóssil de Homo erectus foi encontrado em Java, em 1890, e recebeu o nome de homem de Java. Os exames realizados indicam que o homem de Java viveu há 700 mil anos, tinha, no máximo, 1,50 metro de altura e seu cérebro aproximadamente 1 000 cm3.
O homem de Pequim, encontrado na China em 1926, é outro exemplar do Homo erectus, que viveu há 300 mil anos. Objetos encontrados juntamente com esse fóssil indicam que ele já havia atingido um elevado estágio de desenvolvimento. O acabamento de seus instrumentos era de melhor qualidade que os do Homo habilis, e há 500 mil anos ele já dominava o fogo e construía seus abrigos.
O estudo dos fósseis do Homo erectus permite a conclusão de que eles tinham a capacidade de articular sons, podendo assim ter desenvolvido uma linguagem falada através da qual podem ter transmiti¬do conhecimentos a seus descendentes.
Os especialistas supõem que, por motivos desconhecidos, o Homo erectus tenha saído da África para povoar a Ásia e a Europa.

 Homo sapiens

O Homo sapiens surgiu há 350 mil anos. De acordo com os especialistas, existem dois tipos de Homo sapiens: o homem de Neanderthal e o homem de Cro-Magnon.

 O Homem de Neanderthal
Foi encontrado na Alemanha em 1856. Fisicamente esses hominídeos eram robustos, tinham o crânio levemente achatado e pouco queixo. Sua altura era cerca de 1,60 metro e sua capacidade craniana era de 1 500 cm3. Eram caçadores e viviam em regiões da Europa e do Oriente Médio, onde caçavam mamíferos de grande porte.
Algumas práticas, como o sepultamento dos corpos em posição fetal e cobertos de flores, indicam o nível elaborado de sua organização social. Provavelmente, eles já se expressavam pela linguagem falada. O Homem de Neanderthal desapareceu há 35 000 anos e, até hoje, não se sabe a razão de sua extinção.

 O Homem de Cro-Magnon

Em 1868, foi encontrado na França um fóssil do que ficou conhecido como o Homem de Cro-Magnon. Ele surgiu há aproximadamente 40 000 anos e, até hoje, não se sabe com certeza se houve alguma convivência entre o Homem de Neanderthal e o de Cro-Magnon. Fisica¬mente, o Homem de Cro-Magnon era diferente do Homem de Neanderthal. Era alto, cerca de 1,80 metro, sua arcada superior era menos saliente, o volume de seu cérebro era de 1 600 cm3, seu queixo arredondado, semelhante ao do homem atual. Fabricante de excelentes ferramen¬tas, o Homem de Cro-Magnon tinha também o hábito de fazer pinturas nas cavernas onde morava. O homem atual, conhecido também como Homo sapiens sapiens, possui capacidade craniana, altura e peso semelhantes ao de Cro-Magnon.
Juntamente com os fósseis, os arqueólogos costumam encontrar diversos objetos, que são de materiais variados, e o tipo de material indica o grau de desenvolvimento daquela comunidade. Portanto, de acordo com o material utilizado em seus instru¬mentos (pedra, osso, madeira ou metal), os arqueólogos dividiram as culturas pré¬-históricas em três grandes períodos: Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada, Neolítico ou Idade da Pedra Polida e Idade dos Metais.

Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada

O Paleolítico - primeiro período da Pré¬-História - durou desde o aparecimento do homem até aproximadamente 10000 a.C. Nele, devido a sua fragilidade física, o homem encontrava-se em situação de extrema desvantagem e dependência em relação à natureza.
Nessa época, os homens viviam da caça, da pesca e da coleta de frutos e raízes, eram nômades e já apresentavam formas elementares de linguagem articulada. Construíam instrumentos de pedra lascada, ossos, chifres e madeiras. No final do paleolítico, o homem passou a utilizar também o arco e a flecha, o que tornava a caça mais rápida e eficiente. A partir de 12000 a.C., aproximadamente, o homem começou a fazer pinturas nas paredes das cavernas onde habitava. O tema de suas pinturas era, em geral, os animais que eles caçavam. Através da pintura, eles acreditavam conseguir dominá -los. Essa forma de arte do homem do paleolítico ficou conhecida como Arte Rupestre.


Durante o paleolítico, o homem descobriu e dominou o fogo, o que, para ele, representou um grande avanço. A partir do domínio do fogo, o homem passou a habitar as cavernas, a cozinhar a carne e outros alimentos, melhorando assim sua dieta; pôde também aquecer-se do rigor do frio e proteger-se dos animais selvagens.
Alguns hábitos como o sepultamento dos mortos, a pintura de seus corpos e a presença de objetos junto aos túmulos são um forte indício de que o homem primitivo acreditava na vida após a morte; o que indica, portanto, que ele já desenvolvia uma vida espiritual, porém não caracterizando ainda uma religião.
A transição do paleolítico para o neolítico é marcada por uma mudança econômica significativa na vida do homem, que passa da caça e coleta para a agricultura e o pastoreio.

Neolítico ou Idade da Pedra Polida

O Neolítico se estende, aproximadamente, do ano 10000 a.C. até 5000 a.C. e representa um período de transformações bastante significativas na vida do homem, perceben¬do-se, inclusive, a transformação da relação do homem com a natureza, passando o homem a ter um maior controle sobre ela.
Durante o neolítico, o homem passa a praticar a agricultura e a domesticação de animais. Essas práticas vão causar uma verdadeira revolução na vida humana. Com a produção de seus alimentos, a partir da agricultura, o homem deixa de ter necessidade de se deslocar à procura de alimentação, tornando-se, portanto, sedentário e fixando-se nas proximidades de grandes rios.
A domesticação de animais como a cabra, o cavalo, a ovelha e o porco possibilitou a produção de carne, leite, peles e lã. Com a lã e o linho, extraídos de fibras vegetais, o homem desenvolveu a fiação e a tecelagem, confeccionando roupas mais adequadas aos variados climas.
Com a sedentarização e a agricultura, o homem começou a ter necessidade de armazenar os grãos; dessa forma, passou a modelar a argila e fazer recipientes de cerâmica que, além de servirem para o armazenamento, serviam também para cozinhar os alimentos.


O desenvolvimento das diversas atividades como agricultura, pastoreio, tecelagem e cerâmica provocou uma especialização e uma maior divisão do trabalho. Surgiu assim, entre os pastores, coletores, ceramistas e tecelões a necessidade de intercambiar seus produtos, dando origem a uma economia de trocas que introduzia o comércio.

XVIII EXPO-CULTURA - 03 DE DEZEMBRO


2010 – Ano Internacional da Biodiversidade

Anualmente, o Colégio EXPONENTE escolhe um diferente tema institucional, a partir do qual o planejamento pedagógico é idealizado. Em 2010, nosso projeto pedagógico-cultural está aliado ao movimento organizado pela UNESCO sobre biodiversidade em nosso planeta. Tal tema, com certeza, abrirá oportunas janelas para construção de conhecimentos teóricos e práticos, combinando necessidades curriculares com interesses tão em voga em nosso mundo globalizado.

O tema “2010 – Ano Internacional da Biodiversidade” como âncora de nossa proposta pedagógica anual, fortalece mais a parceria EXPONENTE & SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Esta, já estabelecida e consolidada em 2009, quando a convite da SBPC, o EXPONENTE tornou-se um polo científico e cultural.

O nosso fazer pedagógico nos conduzirá por buscas, análises e argumentações, consenquentemente, embasando-nos em uma postura fortalecedora e edificante de pesquisador aprendiz.

Que tenhamos todos uma boa caminhada.

Direção Pedagógica EXPONENTE.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

QUESTÃO DE HISTÓRIA DA SEMANA


Sobre as principais figuras do Renascimento, é correto afirmar, EXCETO:

a) Rafael Sânzio destacou-se nas artes, sendo um dos mais populares artistas da época, e dedicou-se a cultivar um ideal de beleza com um fim em si mesmo e à expressão de sentimentos religiosos.
b) Dante Alighieri, natural de Florença, autor da “Divina Comédia”, viveu no Cinquecento (século XVI), quando o uso da língua italiana foi sistematizado.
c) Leonardo da Vinci pode ser considerado como um dos mais completos humanistas do Renascimento, sendo pintor, escultor, urbanista, engenheiro, músico, filósofo, físico e botânico.
d) Erasmo de Roterdã, apelidado de “Príncipe dos Humanistas”, escreveu “Elogio da loucura”, obra na qual denuncia atividades da Igreja e a imoralidade do clero.
e) Thomas Morus, cognominado de “O Chanceler Filósofo” , escreveu “Utopia” em que condena a intolerância, o desejo pelo poder e pelo dinheiro e exalta a paz, a compreensão e o amor.

DAMAS - SOCIOLOGIA - GABARITO DA 6ª VA


GABARITO:
01 – B
02 – C
03 – C
04 – E
05 – A
06 – B
07 – E
08 – D

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SSA- UPE - GABARITO PRELIMINAR - 1 ANO


HISTÓRIA

43 - C (Introdução aos estudos históricos)
44 - E (Pré-história)
45 - D (Meopotâmia)
46 - A (Hebreus)
47 - A (Roma - República)
48 - F,V,V,V,F (Grécia - cultura)

FILOSOFIA

49 - B (Mitologia)
50 - C (Existência Humana)
51 - B (Cultura)
52 - D (Condição Humana)
53 - A (Condição Humana)
54 - V,F,F,V,F (Mitologia)

SOCIOLOGIA

55 - A (Historicidade da Sociologia)
56 - B (Karl Marx)
57 - B (Historicidade da Sociologia)
58 - C (Émile Durkheim)
59 - A (Sociedade e Comunidade)
60 - V,V,F,V,V (Processos Sociais)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Em terra de cego...

QUESTÃO DE HISTÓRIA DA SEMANA

"Como sairão das Universidades os que hão de governar, se não há Universidade na América onde se ensine os fundamentos da arte do governo, que é a análise dos elementos peculiares dos povos da América Os jovens saem ao mundo olhando-o através de lentes ianques ou francesas, aspirando dirigir um povo que não conhecem (...) Resolver o problema depois de conhecer seus elementos é mais fácil do que resolver o problema sem os conhecer. (...) Conhecer o país é governá-lo conforme o conhecimento, é o único modo de livrá-lo de tiranias (...) Nossa Grécia é preferível à Grécia que não é nossa (...) não há pátria na qual possa ter o homem mais orgulho do que em nossas dolorosas repúblicas americanas." (José Martí. Nossa América)
A partir do extrato acima é correto afirmar:

a) A proposta de Martí consiste em valorizar os elementos norte-americanos, franceses e gregos em detrimento dos demais para compreender a sociedade na qual vivemos e poder transformá-la;
b) Uma visão das Universidades na América como instituições não formadoras de conhecimento sobre a própria realidade em que estão inseridas, resultando na preparação de jovens sem competência para governar seus países;
c) Uma crítica às Universidades ianques e francesas que não formam os jovens para a compreensão das sociedades latino-americanas;
d) José Martí participou ativamente da segunda guerra de independência de Cuba e esse extrato tem relação direta com essa guerra;
e) Uma crítica ao desconhecimento de todos acerca dos problemas latino-americanos e portanto, simultaneamente, uma justificativa das tiranias nesse continente;


resp.: b

domingo, 24 de outubro de 2010

MAIOR CARREATA PRÓ-DILMA, SEM DILMA.

FUNDAMENTOS ECONÔMICOS DA SOCIEDADE


FUNDAMENTOS ECONÔMICOS DA SOCIEDADE
PROF. MARCOS LIMA

O trabalho é a fonte de toda riqueza, afirmam os economistas Assim é, com efeito, ao lado da natureza, encarregada de fornecer os materiais que ele converte em riqueza. O trabalho, porém, é muitíssimo mais do que isso. É a condição básica e fundamental de toda a vida humana. E em tal grau que, até certo ponto, podemos afirmar que o trabalho criou o próprio homem. A produção é a maior força econômica de uma sociedade; ela precede e, em alguns casos, determina o modo de distribuição dos bens produzidos e o seu consumo pelos indivíduos. Juntos, os processos de produção, distribuição e consumo de bens e serviços formam os fundamentos econômicos da sociedade.
Quando vamos a um supermercado e compramos gêneros alimentícios, bebidas, calçados, material de limpeza, etc., estamos adquirindo bens. Da mesma forma, quando pagamos a passagem do ônibus ou uma consulta medica, estamos pagando um serviço.
Ao viverem em sociedade, as pessoas participam diretamente da produção, da distribuição e do consumo de bens e serviços, ou seja, participam da vida econômica da sociedade.
Ao viverem em sociedade, as pessoas participam diretamente da produção, da distribuição e do consumo de bens e serviços, ou sejam, participam da vida econômica da sociedade. Assim, o conjunto de indivíduos que participa da vida econômica de uma nação é o conjunto de indivíduos que participa da produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Sendo a atividade de produção a mais importante.

Bens e serviços – bens são todas as coisas palpáveis, concretas, e que são produzidas para satisfazer as necessidades do homem. Já uma consulta médica, uma aula, a entrega de um jormal, são exemplos de serviços. O homem com o seu trabalho pode produzir bens e serviços.

Produção – é a transformação da natureza da qual resultam bens que vão satisfazer as necessidades do homem.

Trabalho – É toda atividade desenvolvida pelo homem, seja ela física ou mental, da qual resultam bens e serviços. Todo trabalho é sempre uma combinação desses dois tipos de atividades (manual e intelectual) – que apenas aparecem, em cada caso, com pesos diferentes. O trabalho pode ser classificado como:

 Trabalho qualificado – não pode ser realizado sem certo grau de aprendizagem. O trabalho predominantemente intelectual é geralmente qualificado.
 Trabalho não qualificado – pode ser realizado praticamente sem aprendizagem. Por exemplo temos o trabalho de um servente de pedreiro.

Força de trabalho - A costureira, ao trabalhar, gasta energia física e mental. Esta energia gasta durante o processo de trabalho é chamada de força de trabalho.

Matéria-prima:Os objetos que, no processo de produção, são transformados para constituírem o bem final são chamados de matéria-prima.

Recursos naturais: Os homens, visando obter os bens e serviços de que necessitam, utilizam-se de recursos como o solo (para a agricultura e a pecuária), o subsolo (para a mineração) e os rios e quedas-d’agua (para a navegação e a produção de energia).
O conceito de recursos naturais é relativo, isto é, ele varia no tempo e no espaço. O que é recurso natural num processo de produção capitalista, acessível e incorporável à atividade econômica de uma nação, pode não sê-lo numa comunidade primitiva.
Assim, recursos naturais são elementos da natureza acessíveis e que podem ser incorporados à atividade econômica do homem.

Instrumentos de produção: Todas as coisas que direta ou indiretamente nos permitem transformar a matéria-prima num bem final são chamados de instrumentos de produção.
Os instrumentos de produção que nos permitem transformar diretamente a matéria-prima são as ferramentas de trabalho, os equipamentos e as máquinas. Os instrumentos de produção que atuam de forma indireta – mas não menos necessária -, ainda no exemplo da costureira, são o local de trabalho, a iluminação etc.
Assim, instrumentos de produção é todo bem utilizado pelo homem na produção de outros bens e serviços. O homem recorre aos instrumentos de produção na sua atividade produtiva, pois dessa forma obtém maior eficiência no seu trabalho.

Meios de produção: Sem matéria-prima e sem instrumentos de produção não se pode produzir nada. Eles são os meios materiais para realizar qualquer tipo de trabalho. Por isso, chamados de meios de produção. Portanto, são meios de produção todos os objetos matérias que intervêm no processo produtivo. Toda empresa combina no seu processo produtivo – cada uma a seu modo – o trabalho e os meios de produção. Sem o trabalho humano nada pode ser produzido, e sem os meios de produção o homem não pode trabalhar. Ao conjunto dos meios de produção mais o trabalho humano damos o nome de forças produtivas. E as forças produtivas alteram-se ao longo da História.

Modos de Produção: O modo de produção é a maneira pela qual a sociedade produz seus bens e serviços, como os utiliza e os distribui. O modo de produção de uma sociedade é formado por suas forças produtivas e pelas relações de produção existentes nessa sociedade. O homem, à partir dos seus primeiros agrupamentos sociais, até hoje, desenvolveu, de acordo com as suas necessidades diversas formas de produzir seus alimentos e seus utensílios. Estas necessidades se dão de maneiras diferentes de acordo com fatores específicos como a proximidade das águas, o tipo de relevo, se existem agrupamentos hostis nas proximidades, se existem animais ou a possibilidade do adestramento destes, portanto, o desenvolvimento dos modos de produção se dão de forma diferenciada em diversas localidades do planeta.

Modo de produção primitivo: O modo de produção primitivo designa uma formação econômica e social que abrange um período muito longo, desde o aparecimento da sociedade humana. A comunidade primitiva existiu durante centenas de milhares de anos, enquanto o período compreendido pelo escravismo, pelo feudalismo e pelo capitalismo mal ultrapassa cinco milênios.
Na comunidade primitiva os homens trabalhavam em conjunto. Os meios de produção e os frutos do trabalho eram propriedade coletiva, ou seja, de todos. Não existia ainda a idéia da propriedade privada dos meios de produção, nem havia a oposição proprietários x não proprietários.
As relações de produção eram relações de amizade e ajuda entre todos; elas eram baseadas na propriedade coletiva dos meios de produção, a terra em primeiro lugar.
Também não existia o estado. Este só passou a existir quando alguns homens começaram a dominar outros. O estado surgiu como instrumento de organização social e de dominação.
Modo de produção escravista: Na sociedade escravista os meios de produção (terras e instrumentos de produção) e os escravos eram propriedade do senhor. O escravo era considerado um instrumento, um objeto, assim como um animal ou uma ferramenta.
Assim, no modo de produção escravista, as relações de produção eram relações de domínio e de sujeição: senhores x escravos. Um pequeno número de senhores explorava a massa de escravos, que não tinham nenhum direito.
Os senhores eram proprietários da força de trabalho (os escravos), dos meios de produção (terras, gado, minas, instrumentos de produção) e do produto de trabalho.

Modo de produção asiático: O modo de produção asiático predominou no Egito, na China, na Índia e também na África do século passado.
Tomando como exemplo o Egito, no tempo dos faraós, vamos notar que a parte produtiva da sociedade era composta pelos escravos, que era forçados, e pelos camponeses, que também eram forçados a entregar ao Estado o que produziam. A parcela maior prejudicando cada vez mais o meio de produção asiático.
Fatores que determinaram o fim do modo de produção asiático:
• A propriedade de terra pelos nobres;
• O alto custo de manutenção dos setores improdutivos;
• A rebelião dos escravos.
Modo de produção feudal: A sociedade feudal era constituída pelos senhores x servos. Os servos não eram escravos de seus senhores, pois não eram propriedade deles. Eles apenas os serviam em troca de casa e comida. Trabalhavam um pouco para o seu senhor e outro pouco para eles mesmos.
Num determinado momento, as relações feudais começaram a dificultar o desenvolvimento das forças produtivas. Como a exploração sobre os servos no campo aumentava, o rendimento da agricultura era cada vez mais baixo. Na cidade, o crescimento da produtividade dos artesãos era freado pelos regulamentos existentes e o próprio crescimento das cidades era impedido pela ordem feudal.Já começava a aparecer às relações capitalistas de produção.
Modo de produção capitalista: O que caracteriza o modo de produção capitalista são as relações assalariadas de produção (trabalho assalariado). As relações de produção capitalistas baseiam-se na propriedade privada dos meios de produção pela burguesia, que substituiu a propriedade feudal, e no trabalho assalariado, que substituiu o trabalho servil do feudalismo. O capitalismo é movido por lucros, portanto temos duas classes sociais: a burguesia e os trabalhadores assalariados.
O capitalismo compreende quatro etapas:
• Pré-capitalismo: o modo de produção feudal ainda predomina, mas já se desenvolvem relações capitalistas.
• Capitalismo comercial: a maior parte dos lucros concentra-se nas mãos dos comerciantes, que constituem a camada hegemônica da sociedade; o trabalho assalariado torna-se mais comum.
• Capitalismo industrial: com a revolução industrial, o capital passa a ser investido basicamente nas industrias, que se tornam à atividade econômica mais importante; o trabalho assalariado firma-se definitivamente.
• Capitalismo financeiro: os bancos e outras instituições financeiras passam a controlar as demais atividades econômicas, através de financiamentos à agricultura, a industria, à pecuária, e ao comercio.
Modo de produção socialista: A base econômica do socialismo é a propriedade social dos meios de produção, isto é, os meios de produção são públicos ou coletivos, não existindo empresas privadas. A finalidade da sociedade socialista é a satisfação completa das necessidades materiais e culturais da população: emprego, habitação, educação, saúde. Nela não há separação entre proprietário do capital (patrão) e proprietários da força do trabalho (empregados). Isto não quer dizer que não haja diferenças sociais entre as pessoas, bem como salários desiguais em função de o trabalho ser manual ou intelectual.