sábado, 18 de setembro de 2010

CRASH - NO LIMITE...Um bom filme para estudar sociologia.


Todas as grandes cidades são envolvidas por uma espécie de comportamento incomum em locais menores. As pessoas parecem ser mais individualistas, às vezes melancólicas e até perdidas na imensidão de raças, cores, ações, atitudes e rotinas. Em Los Angeles uma série de personagens desconexos acabam tendo suas vidas cruzadas por atos de violência. Tudo começa quando dois ladrões roubam o carro do promotor Rick (Brendan Fraser) que estava companhado da mulher Jean (Sandra Bullock).

Tudo continua quando o policial racista Ryan (Matt Dillon) desconta sua raiva da sociedade num apresentador de TV negro e sua mulher no trânsito. Ao longo de um dia e uma noite, as histórias vão se cruzando até que um corpo é encontrado na beira de uma rodovia pelo detetive Graham Waters (Don Cheadle). A ligação desta série de fatos leva a conseqüências e um desfecho marcado pela intolerância das relações humanas.

A fórmula de Crash - No Limite é mais ou menos a mesma de 21 Gramas, seguindo uma narrativa não-linear. O elenco traz figurões como Sandra Bullock, Matt Dillon, Don Cheadle, Brendan Fraser, entre outros. O diretor Paul Haggis é também roteirista do filme e tem o grande êxito de ter assinado o texto do premiado Menina de Ouro. O longa arrebatou o Oscar 2006 nas categorias Melhor Filme, Roteiro Original e Edição.

QUESTÃO DE FILOSOFIA DA SEMANA


1 - Rousseau, um dos filósofos críticos de seu tempo, tratou, com muita pertinência, de questões sociais, políticas e educacionais. Destaca-se sua relevante contribuição, por ter promovido a "Revolução Copernicana" na educação, deixando como lição o otimismo pedagógico.
Tomando por base essa assertiva, assinale a resposta CORRETA.
a) Uma nova maneira de lidar com a natureza humana possibilitou-lhe, no processo da educação: a valorização da infância, a abertura de espaço para as individualidades, o sentimento de liberdade e o relacionamento interpessoal.
b) Sua posição inovadora na política e o entendimento sobre Estado e soberania assinalam uma relação muito próxima com o propósito da educação.
c) A espontaneidade, as emoções não predominam sobre a razão, sobre o pensamento elaborado do indivíduo em estado de natureza.
d) A escola deve ser espaço de alegria, de prazer, todavia, pelas exigências quanto ao domínio intelectivo, não propicia a cooperação entre os alunos.
e) A criança precisa ser considerada enquanto tal, desenvolver seus interesses, sua independência, porém, é vista como miniatura do adulto, não sendo reconhecida como centro do processo educativo.


RESP.: A

terça-feira, 7 de setembro de 2010

35....


Dilma 56%, Serra 21%

Cientistas políticos afirmam que o caso da violação de sigilo da filha de José Serra (PSDB) não alterou a escolha do eleitor


No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto. Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.

A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma oscilou positivamente um ponto e tem 45%, Serra por sua vez oscilou negativamente e marca 16%, um ponto a menos que na sondagem anterior. Marina Silva manteve-se com 6%.

A petista apresentou melhora de três pontos da região Sudeste, onde tem 49%. Serra oscilou negativamente três pontos, para 22%. Na região Centro-Oeste/Norte, Dilma passou de 55% para 54%, enquanto Serra ficou estável em 25%. Na região Sul, Dilma oscilou de 53% para 51% e Serra, de 25% para 24%. No Nordeste, Dilma passou de 71% para 70% e Serra, de 15% para 16%.

BRASIL INDEPENDENTE


*UM POEMA DE FERNANDO RIZZOLO

Conheça mais sobre o Rizzolo

WWW.BLOGDORIZZOLO.COM.BR

Amar o Brasil, é entender o Brasil,
É ter a paciência de um pai com seu filho
É defende-lo num jogo ou gritar de saudade quando longe se está,
e achar engraçado esse lado Brasil de a tudo se ajeitar.

Amar o Brasil, é gostar da multidão, passear na Praça da Sé, ver um camelô,
e entender que todos tem que viver e sobreviver.
Ter amor ao Brasil, é ser generoso, é entender que o negro, o índio, e o branco um só se tornaram, e já desenharam um povo. Que chora em novela, que bebe cerveja, que quer ser doutor, e que gosta de Deus.

Amar o Brasil, é andar pela praia, tomar caipirinha, olhar para o mar, lembrar de Drummond, sentado ao seu lado num banco da praia, lá em Copacabana. Amar o Brasil é gostar do nordeste, é comer tapioca, sonhar com o mar, olhar para a mulata dos olhos de mel.

Amar o Brasil é entender as favelas, lutar pelos pobres, perdoar o passado, amar as florestas, sonhar com os pássaros, e no sábado; Ah! comer aquela feijoada com muita farinha. É entender o silêncio e o olhar de um mineiro, lembrar do Rio Grande, do Norte e do Sul. Amar o Brasil é cantar nosso Hino, com um japonês, um judeu, ou um árabe, ao lado de todos vivem aqui.

Amar o Brasil é não perder a esperança, de poder cada dia construir uma pátria, que seja mais justa, mais ética e armada, presente no solo de Norte ao Sul, na defesa das matas, dos sonhos, das lutas, abraçando com amor nosso filho gentil, esse amado País chamado Brasil.

Viva o Dia da Independência !!

COLÉGIO INTEGRAL - 3º ANO - EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

1. (Covest 95) A ocupação portuguesa do litoral Norte e Nordeste do Brasil, em fins do século XVI e inicio do século XVII, deu-se em virtude dos ataques ingleses, franceses e holandeses a esse território. Sobre estas invasões e ocu¬pações, identifique as proposições verdadei¬ras e falsas.

0 0. os franceses invadiram Sergipe d’EL Rei, a Paraíba, o rio Grande do Norte, o Ceará, o Maranhão e o Grão-Pará;
1 1. os holandeses ocuparam, por longo tempo, os territórios da Bahia, Pernambuco, Paraí¬ba e Rio Grande do Norte.
2 2. os franceses, holandeses e ingleses conquis¬taram todo o Norte e Nordeste, restando aos portugueses, no século XVI, o domínio do território abaixo da Bahia.
3 3. de todas as invasões do século XVII, a ho¬landesa foi a mais duradoura, no sentido da permanência da ocupação. Em Pernambu¬co, o domínio holandês se estendeu de 1630 a 1654.
4 4. a conquista do Grão-Pará, pelos portugue¬ses, em 1616, beneficiou o monopólio do comércio dessa região para Portugal e obri¬gou os franceses a se instalarem nas Guianas.

2. (Covest 90) Constituindo-se a Capitania das Minas Ge¬rais o centro das atenções metropolitanas durante grande parte do século XVIII, ali se desenvolveu uma sociedade que se carac¬terizou:

0 0. pela equilibrada distribuição da riqueza en¬tre as camadas sociais.
1 1. por uma numerosíssima população escrava, motivo de preocupação para as autoridades coloniais.
2 2. pela instabilidade econômica, graças a qual grandes fortunas eram conseguidas e perdidas rapidamente.




3 3. pela inexistência de conflitos com os negros que tiveram amplas possibilidades de com¬prar sua liberdade.
4 4. pelo efetivo controle fiscal da Coroa, impe¬dindo o contrabando e isolando Minas das demais capitanias.

3. (Covest 95) Esta questão diz respeito à revolução de 1817.

0 0. no início do século XIX, a Revolução de 1817, em Pernambuco, esteve articulada ideologi¬camente com lutas burguesas nos Estados Unidos e na Europa.
1 1. a conspiração dos Suassunas está para a Revolução de 1817, assim como o 18 Bru¬mário está para a Revolução Francesa.
2 2. a Revolução Pernambucana de 1817 foi vi¬toriosa em vários estados: na Paraíba, no Rio Grande do Norte, no Ceará, na Bahia e no Maranhão.
3 3. em Portugal, na cidade do Porto, a influência da Revolução de 1817 foi decisiva para a eclosão da Revolução Constitucional.
4 4. o período que antecedeu 1817 caracterizou-se por uma fase de recessão que atingiu os preços do açúcar e do algodão no mercado internacional.

4. (Covest 95) Identifique as proposições verdadeiras e as falsas, no que se refere à abolição da escra¬vatura.

0 0. O desenvolvimento industrial, na lnglaterra, exigia a ampliação de mercados e encon¬trava na escravidão um grande obstáculo.
1 1. O irrompimenlo da Guerra do Paraguai (1865-1870) possibilitou ao Imperador Pedro II protelar o debate sobre a escravidão, ao substituir o Gabinete Liberal de Zacarias por uma Gabinete escravocrata.
2 2. As Leis do Ventre-livre (1871) e dos Sexa¬genários (1885) são consideradas, por um lado, concessões dos escravocratas aos fa¬tores que enfraqueceram a luta abolicionista e adiariam a abolição por mais de dez anos.
3 3. Em Pernambuco, o Movimento Abolicionista teve no monarquista Joaquim Nabuco sua grande liderança.
4 4. A imigração italiana reforçou o sistema es¬cravocrata depois que o tráfico de africanos para o Brasil foi proibido em 1850.

5. (Covest 89) Interesses comerciais e a livre navegação nos rios platinos sempre estiveram presen¬tes nas relações entre o Brasil e seus vizi¬nhos do sul, levando-os a alianças ou hosti¬lidades. A Guerra do Paraguai, que foi a mais sangrenta luta já travada na América do sul, não foge a esses pressupostos. Assinale as afirmativas corretas e incorretas relativas a esse conflito:

0 0. o fim da guerra deu à Argentina a hegemo¬nia na bacia platina.
1 1. o Paraguai foi vítima de um governo megalomaníaco que, mantendo o povo em profun¬da miséria, só se preocupava em ampliar fronteiras.
2 2. o exército brasileiro, fortalecido pela guerra, passou a interferir nas questões políticas da monarquia.
3 3. . a guerra destruiu a maioria das vilas e cida¬des, dizimando grande parte da população paraguaia.
4 4. a vitória do Brasil fortaleceu o governo de Pedro II, que pôde negociar empréstimos em melhores condições com a Inglaterra.

6.(Unicap 88) A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, seguida da abertura dos portos, signi¬ficou:

0 0. o fim do antigo sistema colonial e a indepen¬dência do Brasil;
1 1. a ruptura do pacto-colonial, com a instaura¬ção do regime de livre-comércio no Brasil;
2 2. a possibilidade de um maior desenvolvimen¬to do Brasil, beneficiando, igualmente. Por¬tugal;
33. o inicio de um pendo de mudanças que le¬variam à emancipação política do Brasil;
4 4. a liberdade comercial para a classe dominan¬te colonial.

7. (Covest 87) As contradições da sociedade brasileira de¬ram margem a várias contestações, ocorri¬das entre 1914 a 1930. Representam ocor¬rências daquele período.

0 0. Fundação do Partido Comunista Brasileiro que passou a se preocupar com a centrali¬zação do movimento operário.
1 1. Frequentes movimentos grevistas, que tive¬ram a participação dos anarco-sindicalistas.
2 2. Revolta dos “18 do Forte” de Copacabana, 1º movimento tenentista.
3 3. Atuação da “Coluna Prestes” que percorreu grandes extensões do território brasileiro.
4 4. Revoltas tenentistas no Rio Grande do Sul e São Paulo, justificando a vigência do es¬tado de sítio” no Governo de Artur.

8.(Covest 89) Mesmo após a Proclamação da República, o Brasil continuou a ter um rei - O “rei - café”, cujo poder se extendia de forma incontestá¬vel sobre a sociedade brasileira. Indique as alternativas corretas e incorretas sobre o controle exercido por esse “rei “:

0 0. foi fonte de divisas necessárias às importa¬ções do pais;
1 1. houve uma tendência de excessivo cresci¬mento em plantio, por ter ele um mercado assegurado no exterior.
2 2. coibiu o trabalho assalariado no campo, atra¬sando o desenvolvimento de um mercado interno;
3 3. a agricultura cafeeira absorveu tantos inves¬timentos, que retardou o desenvolvimento de outras atividades, como a produção manu¬fatureira e industrial.
4 4. a expansão da agricultura cafeeira rompeu com a grande propriedade e com a intensa exploração da mão-de-obra nela emprega¬da.

9.(Covest 91) O Brasil passou da Monarquia à República, conheceu Revolução de 1930 e a intensifi¬cação do processo de industrialização dos anos 40, chegando ao presente sem que o poder das elites conservadoras tenha sofri¬do solução de continuidade. Identifique como verdadeiros ou falsos os momentos em que estas elites se sentiram ameaçadas, em nos¬sa História.

0 0. Com a Carta Outorgada de 1824, que legali¬zou a Independência e estabeleceu quatro poderes, entre eles o moderador.
1 1. Em algumas fases do período regencial, quando a unidade nacional esteve ameaça¬da e foram frequentes as revoltas que assu¬miram, muitas vezes, caráter popular.
2 2. Com a atuação da Aliança Nacional Liberta¬dora, que - fundada em janeiro de 1935- logo reuniu milhares de adeptos, iniciando rebe¬lião para derrubar Vargas.
3 3. Com a redemocratização e aprovação da Constituição de 1946 que tinha característi¬cas predominantemente liberais.
4 4. Na campanha das “Diretas Já”, quando a grande mobilização popular ameaçava o pro¬cesso de transição “lento, gradual e seguro”.

10..(Covest 93) Os Sertões, obra de Euclides da Cunha, re¬vela não apenas o sertanejo nas descreve. deforma magistral, a Campanha contra Canudos. Sobre este podemos afirmar que:

0 0. Antônio Vicente Mendes Maciel, cearense, conhecido por “Antônio Conselheiro - seu líder maior - prometia a ressurreição do Rei D. Sebastião a uma comunidade pobre e analfabeta, no interior da Bahia, ás margens do vaza-Barris.
1 1. Resistiu - até esgotar-se - a quatro expedi¬ções militares, sendo que a última ora com¬posta de Obrigadas com um total de quase 20.000 homens.
2 2. Foi produto de isolamento do população desesperada, sem terra e sem perspectiva de futuro:
3 3. Ameaçava as cidades vizinhas e a ordem estabelecida pelo modo diferente como os camponeses viviam e como produziam os seus alimentos, aterrorizando-os com os seus fanáticos e suas rezas.
4 4. As soluções para problemas sociais - terça. saúde e escola - teriam sido alternativas melhores que extermínio pela ação das ar¬mas-

10 "RAZÕES" para não votar em Dilma

Por Edvar Gimenes


10) Foi a Dilma que mostrou o fruto proibido a Eva;

9) Moisés rodou 40 anos no Deserto do Sinai, porque Dilma escondeu o mapa;

8) Deus ia fazer o mundo em 4 dias mas houve atraso na obra do PAC;

7) A Al-Qaeda era só um grupo de árabes nerds, fãs de RPG e aeromodelismo, até conhecerem a Dilma;

6) Dilma gostava de apertar campainha e sair correndo. "Ela fez isso duas vezes na minha casa", revela ex-vizinha indignada;

5) Folha de São Paulo: "Descoberto plano de Dilma para secar o Aquífero Guarani";

4) Erro de Dilma nos cálculos provocou inclinação da Torre di Pisa;

3) Dilma Roussef inventou a vuvuzela;

2) Folha de São Paulo: "Dilma lava as mãos, Cristo é crucificado"

1) Serra lamenta: a Dilma me indicou o Shampoo."
Autor desconhecido (com adaptações de título e ilustrações minhas, com imagens disponíveis na rede)
...
Moral da história: Quando a nossa predisposição é contrária, qualquer razão se torna uma forte razão, seja qual for o candidato de nossa preferência.

domingo, 29 de agosto de 2010

COMUNIDADE E SOCIEDADE

O termo comunidade, embora já empregue por Aristóteles como expressão duma totalidade de indivíduos ligados por laços sociais, só no século XIX, devido aos processos de desagregação das comunidades tradicionais, se elabora numa conceptualização mais alargada e aprofundada de comunidade, ainda que polissémica e susceptível de interpretações diferentes e até contrastantes.
Tal como, para os pensadores iluministas e racionalistas do século XVIII (Voltaire, Diderot, Rousseau), a ideia de contrato representava um dos conceitos centrais no sentido de extirpar todas as formas de vínculos feudais, corporativos e comunais, na formação da Sociologia como ciência, no século XIX, comunidade constituiu um dos conceitos chave para a compreensão e a explicação da sociedade tradicional e da sua transição para a sociedade moderna, repercutindo-se noutras áreas do saber: Filosofia, História e sobretudo Antropologia.
Um dos primeiros mentores do conceito de comunidade foi Tonnies, que estabelece pela primeira vez a distinção entre comunidade (Gemeinschaft) e sociedade (Gesellschaft), sendo uma definida em contraponto da outra. A comunidade - assente ora no território comum (casa, aldeia, região, nação), ora na partilha da mesma língua, crença, etnia, corporação eclesiástica ou profissional - representa uma entidade social de identidade e interconhecimento, onde os actores sociais são vistos no seu todo, onde se fundem as vontades e se entrelaçam as relações sociais primárias face a face, relações estas perpassadas de laços personalizados de intimidade e emoção, bem como de regras adstritas de coerção e controlo sociais. Já, porém, a sociedade, composta por associações de diversa índole, na sequência dos conceitos jusnaturalistas dos séculos XVII e XVIII, constitui um agregado social de base racional e voluntária, cuja adesão pressuporia um acto voluntário e livre dos indivíduos e cujas relações se definiriam como fragmentárias e segmentárias, impessoais e secundárias.
Vários têm sido os autores que analisaram o processo da transição da comunidade para a sociedade: desde o liberalismo individualista e utilitarista (1970, Mill, John Stuart - Principles of political economy. London: Penguin Books), passando pelos evolucionistas como Spencer, até aos funcionalistas como Durkheim, que, de modo análogo mas menos optimista, apresenta a distinção entre solidariedade mecânica, específica das sociedades tradicionais, e solidariedade orgânica, própria das sociedades modernas. Outros autores pretenderam designar com outros termos uma realidade semelhante: sociedade militar versus sociedade industrial (Spencer), sociedade de estatuto versus sociedade de contrato (Maine), ou, no campo da antropologia aplicada às sociedades camponesas, a distinção entre "sociedade parcial" como parte integrante da sociedade global envolvente (Kroeber) ou entre "pequena tradição" e "grande tradição" (Redfield). Embora em ópticas diferentes e não de modo tão dicotómico, poderíamos ainda associar a esta distinção, quer a contradição campo-cidade de Marx, quer a acção comunal presente em certas comunidades e instituições vinculativas, como a Igreja (Anstalt) versus a associação (Verein) (Weber).
A uma visão evolucionista e optimista por parte dos positivistas e evolucionistas opôs-se, já no século XIX, por um lado, o conservadorismo nostálgico e, por outro, o socialismo nas suas diversas versões. Assim, autores conservadores como Burke e Bonald (Nisbet), perante a previsível ordem e o progresso caótico proposto pelos positivistas e modernistas, reagiam negativamente e apelavam à restauração da comunidade corporativa e tradicional (família, Igreja, guildas), considerada primordial em relação quer ao individualismo liberal despersonalizado, quer ao centralismo estatal abafador, que só pelo filósofo conservador Hegel era idealisticamente assumido como a comunidade por excelência (communitas communitatum). Em regra, porém, os teóricos idealizadores da comunidade tradicional passam de lado as relações hierocráticas e paternalistas, autoritárias e autocráticas ou até despóticas, amiúde presentes nas comunidades tradicionais. Numa perspectiva diferente, são ainda de referir os socialistas utópicos (Proudhon) que propunham levar à prática o socialismo através da construção de comunidades de partilha de bens até aos defensores do socialismo científico, que, embora reconhecendo o carácter revolucionário da era burguesa face ao feudalismo, proclamavam a necessidade da superação do capitalismo através da implantação duma nova ordem socialista, o que implicava a abolição da propriedade privada. Em Portugal, as reflexões e trabalhos empíricos em torno do conceito de comunidade e diferenciadas estratégias dos grupos sociais têm sido levadas a cabo por vários autores, de que se destacam, em termos contrastantes, Dias (1984, 1964) versus O' Neill (1984), Portela (1986), Geraldes (1987), Polanah (1987), Sobral (1993), Wall (1998) e Silva (1998).

terça-feira, 17 de agosto de 2010

DILMA AGORA É 45....






EM 17 DE Agosto DE 2010 Do UOl


Pesquisa do instituto Vox Populi divulgada nesta terça-feira (17) no Jornal da Band, mostra a candidata petista à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff, com 16 pontos de vantagem sobre o segundo colocado o tucano José Serra. De acordo com os números, se a eleição fosse hoje, a petista seria eleita no primeiro turno já que a quantidade de votos obtida é superior à soma dos votos dos demais concorrentes.
Dilma aparece com 45% das intenções de voto, contra 29% de Serra. A candidata do PV, Marina Silva, tem 8%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto.
Votos brancos e nulos somaram 5% e indecisos 12%. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos.
Foram entrevistadas 3.000 pessoas entre os dias 7 e 10 de agosto. A pesquisa Vox Populi/Band/iG está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 22.956 /2010.
Na pesquisa anterior do Vox Populi, divulgada em 22 julho de 2010, Dilma tinha 41% das intenções de voto, contra 33% Serra e 8% de Marina. Num eventual segundo turno, a petista venceria o ex-governador de São Paulo por 46% a 38%

domingo, 15 de agosto de 2010

Eduardo dispara na liderança em Pernambuco


Se a eleição fosse hoje, o governador Eduardo Campos (PSB) seria reeleito no primeiro turno em Pernambuco. É o que indica a pesquisa do Instituto DIARIO DATA Associados, publicada pelo Diario na edição deste domingo. No cenário estimulado, com os nomes apresentados aos eleitores, Eduardo aparece com 60% das intenções de voto. O senador Jarbas Vasconcelos tem 17%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número de23.078/2010. O registro foi feito pela Giga Instituto de Pesquisa, que presta assessoria técnica ao Instituto DIARIO DATA Associados. O trabalho de campo aconteceu entre os dias 8 e 11 de agosto.Os dados completos do levantamento, com as intenções de voto para governador e para presidente em Pernambuco e os números da avaliação da gestão de Eduardo Campos, estão na edição do Diario. As informações serão detalhadas por região, sexo e faixa etária. A partir das 10h30, a primeira edição do domingo já está nas ruas.


Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Fazendeiro é flagrado pela sexta vez (!) com escravos



O mais importante não é a notícia a seguir, mas o que está por trás dela:
O governo federal libertou 45 trabalhadores rurais em situação análoga à de escravo na fazenda Zonga, em Bom Jardim (MA). Esta é a SEXTA vez em que isso acontece em terras sob controle do pecuarista Miguel de Souza Rezende – hoje com 77 anos de idade. Não perca a conta: nessa fazenda foram 52 libertados em 1996, 32 em 1997, 69 em 2001, 13 em 2003 e, agora em agosto de 2010, mais 45. Além de outras 65 pessoas na fazenda Pindaré, em João Lisboa (MA), também pertencente a ele, em 2003. O levantamento foi feito pela repórter Bianca Pyl, da Repórter Brasil.

“Mesmo que quisesse ir embora, o trabalhador não conseguiria. Ele não poderia bancar o transporte, já que não recebia os salários adequadamente”, afirmou a auditora fiscal do trabalho Camila Bemergui, coordenadora desta última a ação de libertação que contou também com a participação do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal. De acordo com a fiscalização, a situação em que estavam era degradante. Por exemplo, a comida servida aos empregados estava estragada e com vermes. O proprietário se negou a pagar a indenização. Aliás, “proprietário” não seria o termo correto, uma vez que a área estaria ilegalmente dentro da Reserva Biológica de Gurupi.
Seis vezes! Qual a desculpa para ser pego seis vezes com escravos? Aí é que está, não existe. É simplesmente a impunidade plena que reina quando a Justiça não cumpre o seu papel e o infrator sabe disso de antemão. Ou, melhor, cumpre sim um papel de manter as coisas como estão. E a Câmara dos Deputados tem sua parcela de culpa, pois se tivesse aprovado a proposta de emenda constitucional que confisca a terra daqueles que usaram esse expediente (e que já passou pelo Senado), talvez a história de dezenas de pessoas que trabalharam na fazenda Zonga teria sido diferente.
Olha, estou há muitos anos tratando desse tema, o que acaba endurecendo um pouco a vista, diante de tanta bizarrice. Mas essa é uma daquelas notícias que dá uma chacoalhada diante da banalização da violência que nos acomete. Sinto-me envergonhado como brasileiro, com vontade de pedir desculpas a esses últimos 45 libertados por seu país saber que havia uma armadilha montada e não ter conseguido desativá-la.
Se fosse eles, pediria indenização ao Estado pelo seu papel de cúmplice.

sábado, 10 de julho de 2010

EDUARDO CAMPOS - GOVERNADOR 2010




Nascido no Recife em 1965, Eduardo Henrique Accioly Campos entrou na faculdade aos 16 anos e formou-se em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco aos 20 como aluno laureado e orador da turma. Eduardo Campos começou sua militância política ainda na Universidade, como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia, em 1985. Em 1986, Eduardo trocou a possibilidade de um mestrado nos EUA pela participação na campanha que levou Miguel Arraes de volta ao Palácio das Princesas, tornando-se chefe de gabinete. Iniciava-se uma carreira que o consagraria com um dos mais brilhantes políticos de sua geração. Como chefe de gabinete do governador Miguel Arraes, participou diretamente da criação da primeira secretaria de Ciência e Tecnologia do Nordeste, em 1987, e, em 1989, da primeira Fundação de Amparo à Pesquisa da Região, a FACEPE. Entrou para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 1990 e conquistou pelo partido seu primeiro mandato, deputado estadual. Na Assembléia Legislativa de Pernambuco, foi líder e um dos mais destacados parlamentares da bancada da oposição. Nessa época, num feito inédito para um deputado com pouco tempo de atividade, ganhou o Prêmio Leão do Norte, entregue pela Assembléia Legislativa aos parlamentares com atuação mais relevante. Transformando a Assembléia em uma tribuna para defender os interesses e os direitos da população, principalmente os das pessoas mais humildes, Eduardo também se sobressaiu como um político que unia as palavras à ação. Em um episódio de grande repercussão, enfrentou policiais que, armados com pistolas e cassetetes, pretendiam despejar de suas casas habitantes de uma das mais miseráveis favelas da Imbiribeira, no Recife. Muita gente ficou ferida, ele também, mas a ação foi contida. Lutava-se pelo direito elementar à moradia. Eduardo Campos chegou ao Congresso Nacional em 1994, eleito com 133 mil votos, ficando à disposição do Governo do Estado de Pernambuco a partir de 1995, para exercer o cargo de secretário do Governo e, em 1996, o de secretário da Fazenda. Como secretário da Fazenda, criou a vitoriosa campanha Todos com a Nota, que deu grande impulso à cultura e ao futebol pernambucano e ainda elevou a arrecadação de tributos no Estado para níveis jamais alcançados. Na Secretaria da Fazenda, como fizera antes na de Governo, também participou de várias iniciativas importantes na área de Ciência e Tecnologia e apoiou o trabalho da Fundação de Amparo à Pesquisa. Em 1998, foi reeleito para a Câmara Federal como o deputado federal mais votado do Estado. Obteve 225 mil votos. Exercendo o terceiro mandato de deputado federal, conquistado em 2002, Eduardo destacou-se no Congresso Nacional como um dos principais articuladores do governo Lula para a aprovação das reformas da Previdência e Tributária. Em todos os mandatos de deputado federal recebeu destaque na avaliação do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), mantendo-se na lista dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso por três anos consecutivos. No decorrer de sua vida pública no Congresso Nacional, Eduardo Campos participou de várias Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), como a de Roubo de Cargas e a do Futebol Brasileiro (NIKE/CBF). Nesta última, atuou como sub-relator, onde denunciou o tráfico de menores brasileiros para o exterior fato que, inclusive, teve ampla repercussão na imprensa nacional e internacional. Como deputado federal, Eduardo foi ainda presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural Brasileiro, criada por sua iniciativa em 13 de junho de 2000. A Frente tem natureza suprapartidária e representa, em toda a história do País, a primeira intervenção do Parlamento Nacional no setor. Eduardo é também autor de vários projetos de lei. Entre eles, o que prevê um diferencial no FPM (Fundo de Participação dos Municípios) para as cidades brasileiras que possuem acervo tombado pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Artístico Nacional); o do uso dos recursos do FGTS para pagamento de curso superior do trabalhador e seus dependentes; o que tipifica o seqüestro relâmpago como crime no código penal; e o da Responsabilidade Social, que exige do Governo a publicação do mapa de exclusão social, afirmando seu compromisso com os mais carentes. Em 2003, Eduardo Campos foi empossado ministro de Ciência e Tecnologia. Em sua gestão, o MCT deixou de ser um órgão restrito aos interesses das comunidades científicas e acadêmicas e se transformou em um mecanismo capaz de colocar os conhecimentos dos cientistas à disposição da sociedade. Pernambuco foi um dos maiores beneficiados pela atuação do ministro, que sempre aproveitou todos os programas lançados e financiados pelo MCT para encaixar um município ou uma região do Estado, visando melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Como ele mesmo costuma dizer, “nunca perco uma oportunidade de puxar a brasa para a sardinha de Pernambuco”. Entre os benefícios trazidos para o Estado, figuram as usinas de biodiesel em Pesqueira, Caetés (e, dentro em breve, em Serra Talhada); a interiorização do ensino superior gratuito com a instalação de campus de universidades federais em Caruaru, Garanhuns e Petrolina. Espalhadas por várias regiões pernambucanas, existem também, entre outras iniciativas do ministério, os Centros de Inclusão Digital (com cursos básicos de informática), Centros de Vocação Tecnológica (para a apoiar trabalhadores e economias regionais) e os Arranjos Produtivos Locais (visando estimular as vocações de centros produtores pernambucanos). Como Ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos também tomou iniciativas que repercutiram até no plano internacional, como a articulação e aprovação do programa de Biossegurança, que permite a utilização de células tronco embrionárias para fins de pesquisa. Também conseguiu unanimidade no Congresso para aprovar a Lei de Inovação Tecnológica, resultando no marco regulatório entre empresas, universidades e instituições de pesquisa. Em 2005, Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB. A solenidade de posse no cargo foi uma expressiva demonstração de que ele é hoje uma das principais referências da política brasileira. Após seu discurso, Eduardo foi aplaudido de pé pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o vice-presidente, José Alencar; seis ministros, os presidentes nacionais de vários partidos e outras lideranças. No início 2006, Eduardo se licenciou da presidência nacional do PSB para concorrer ao Governo do Estado pela Frente Popular de Pernambuco. No dia 29 de outubro deste mesmo ano, foi eleito governador. Em 1º de janeiro de 2007, assumiu o Governo do Estado.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

FIG 2010 - PROGRAMAÇÃO



PALCO GUADALAJARADe 15 a 23 de julhoLocal: Esplanada GuadalajaraA partir das 21h

Quinta – 15 de julho
· Muendas de Pernambuco (Garanhuns-PE)
· Orquestra Popular do Recife (PE)
· Espetáculo Pernambuco Nação Cultural (PE)
· Alceu Valença (PE)


Sexta – 16 de julho
· Nação do Samba (Garanhuns)
· Trio Pouca Chinfra (PE)
· Gal Costa (BA)
· Belo Xis com Neguinho da Beija-Flor (PE/RJ)

Sábado – 17 de julho
· Rogério e os cabras (Garanhuns-PE)
· Dona Zefinha (CE)
· Móveis Coloniais de Acaju (DF)
· Skank (MG)

Domingo – 18 de julho
· Banda Flash (Garanhuns-PE)
· Tarcys Andrade, Banda Labaredas e Geneci (PE)
· The Fevers (PE)
· Adilson Ramos (PE)

Segunda – 19 de julho
· Cascabulho (PE)
· Gláucio Costa (Garanhuns-PE)
· Homenagem ao Mestre Camarão (PE)
· Elba Ramalho (PB)

Terça – 20 de julho
· Paulinho Groove (Garanhuns-PE)
· Orquestra Popular da Bomba do Hemetério (PE)
· Septeto La Botija, Eva Grinan e Gabino (Cuba)
· Reginaldo Rossi (PE)

Quarta – 21 de julho
· Karla Rafaella (Garanhuns-PE)
· Volver (PE)
· Beeshop – Lucas/Fresno (SP)
· Pitty (BA)

Quinta – 22 de julho
· Instinct Noise (Garanhuns-PE)
· Sandália de Prata (SP)
· MV Bill (RJ)
· Marcelo D2 (RJ)

Sexta – 23 de julho
· Lucioly Maranhão (Garanhuns-PE)
· Ligiana (DF)
· Eddie (PE)
· Os Paralamas do Sucesso (RJ)

Sábado – 24 de julho
· Flávio Pontes e Banda (Garanhuns-PE)
· Patrícia Bastos (AP)
· Jair Oliveira (SP)
· Paulinho da Viola (RJ)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

DILMA NA FRENTE


A candidata petista aparece pela primeira vez à frente nas pesquisas Em nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira 23 pelo IBOPE, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, a candidata do PT Dilma Roussef apareceu pela primeira vez à frente do candidato da oposição José Serra, do PSDB. A petista está com 40% das intenções de voto na pesquisa estimulada contra 35% do candidato tucano. A verde Marina Silva aparece em terceiro com 9%. O campo da pesquisa foi feito de 20 a 22 desse, mês em 141 municípios com 2.002 eleitores, depois que Serra, ferindo a lei, apareceu como estrela principal nos programas do DEM e do PPS. Outras pesquisas Em pesquisa realizada para a TV Globo e para o jornal O Estado de S. Paulo apresentada no dia 6 de junho, o IBOPE encontrou percentual idêntico de intenção de voto estimulada para Dilma e Serra, com 37% para cada. Marina vinha logo atrás com 9%. Na última pesquisa do instituto Datafolha, publicada no dia 24 de maio, Serra e Dilma também apareceram empatados com 37%. Marina apresentava um resultado melhor, com 12% das intenções de voto.

sábado, 19 de junho de 2010

QUESTÃO DE SOCIOLOGIA DA SEMANA



A humanidade se encontra em constante contato, evolução, sendo sua tendência natural abandonar a ideologia do egocentrismo (aquele que considera seu próprio “eu” como o centro de tudo). Os seres humanos, por mais que se acham auto-suficientes, necessitam de seus semelhantes para sobreviver, criar formas de expressão cultural, comunicar-se, perpetuar a espécie e obter realização plena como indivíduos. O que forma o caráter humano nos indivíduos da espécie humana é a convivência em grupo. A convivência social desde o surgimento da humanidade possui em seu contexto a competição pelos bens, competição essa que jamais terá fim, unicamente pelo fato de cada pessoa constituir um universo próprio de desejos materiais, cuja necessidade de regras gerais é a de definir limites que proporcionem a invasão dos direitos de cada indivíduo. E é a sociabilidade que capacita naturalmente o ser humano para a convivência em sociedade, desenvolvendo-se pelo meio da socialização. O texto trata de um importante conceito básico em sociologia, qual?


A) Interação social
B) Processos sociais
C) Contato social
D) Isolamento social
E) Relação social


Resp.: a