
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Campinas (SP) abre em março a primeira escola gay do Brasil

Publicado em 30.01.2010, às 19h28Do Jornal do Commercio
A cidade de Campinas, no interior paulista, terá a primeira escola para jovens gays do Brasil. Com recursos do Ministério da Cultura e do governo estadual, a ONG E-Jovem vai abrir a escola em março, com cursos gratuitos de dança, canto, TV-Web e produção de fanzines. Dezenas de adolescentes homossexuais e heterossexuais já fizeram as inscrições para as aulas, que terão 20 alunos por turma. Na grade curricular do ano que vem, já está previsto um curso para formação de drag queens.
“A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer”, afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, 38 anos, um dos idealizadores do projeto.
A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem financiamento público de R$ 180 mil, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura.
“O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros)”, afirma. A escola está aberta também a heterossexuais. Os cursos são gratuitos, e voluntários já se inscreveram como professores não remunerados.
Caso do estudante Cristiano Henrique da Silva, 18, que ensinará canto. “Tenho sete anos de conservatório musical, participei do coro da Igreja, e quero dar as aulas”, conta. O jovem é irmão de Leandro Henrique Ochialini, 19, bailarino e futuro aluno de dança da escola. Criados em famílias diferentes, os dois agora moram com a mãe, em Campinas, e há apenas dois anos revelaram um ao outro sua orientação sexual. “Vivíamos disputando a atenção da nossa mãe, brigávamos. Agora, que um sabe do outro, somos melhores amigos”, diz Leandro.
A escola terá aulas para quem quiser ser drag queen dadas por Chesller Moreira, 27, dirigente da ONG e que também é a drag Loren Beauty. “Me tornei a Loren por causa da militância. Nos eventos, começavam a pedir a Loren porque ela fala muito melhor com os adolescentes. E foi ficando. É a minha outra identidade”, explica. O jovem, formado em costura e estilismo, lembra que, na adolescência, quando a mãe descobriu que era gay, ela perguntou: “Você não vai se vestir de mulher, não, né?” “Todos precisam de um tempo para entender. Agora, é minha mãe que me dá as perucas”, brinca.
A pesquisadora Miriam Abramovay, da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), especialista em educação, questões de gênero e violência escolar, aprovou a ideia da escola gay. “É importante que as pessoas que sofrem mais preconceito tenham seus próprios espaços. Não se trata de uma escola formal, mas de um centro de convivência, formação e diálogo”, analisou.
“A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer”, afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, 38 anos, um dos idealizadores do projeto.
A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem financiamento público de R$ 180 mil, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura.
“O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros)”, afirma. A escola está aberta também a heterossexuais. Os cursos são gratuitos, e voluntários já se inscreveram como professores não remunerados.
Caso do estudante Cristiano Henrique da Silva, 18, que ensinará canto. “Tenho sete anos de conservatório musical, participei do coro da Igreja, e quero dar as aulas”, conta. O jovem é irmão de Leandro Henrique Ochialini, 19, bailarino e futuro aluno de dança da escola. Criados em famílias diferentes, os dois agora moram com a mãe, em Campinas, e há apenas dois anos revelaram um ao outro sua orientação sexual. “Vivíamos disputando a atenção da nossa mãe, brigávamos. Agora, que um sabe do outro, somos melhores amigos”, diz Leandro.
A escola terá aulas para quem quiser ser drag queen dadas por Chesller Moreira, 27, dirigente da ONG e que também é a drag Loren Beauty. “Me tornei a Loren por causa da militância. Nos eventos, começavam a pedir a Loren porque ela fala muito melhor com os adolescentes. E foi ficando. É a minha outra identidade”, explica. O jovem, formado em costura e estilismo, lembra que, na adolescência, quando a mãe descobriu que era gay, ela perguntou: “Você não vai se vestir de mulher, não, né?” “Todos precisam de um tempo para entender. Agora, é minha mãe que me dá as perucas”, brinca.
A pesquisadora Miriam Abramovay, da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), especialista em educação, questões de gênero e violência escolar, aprovou a ideia da escola gay. “É importante que as pessoas que sofrem mais preconceito tenham seus próprios espaços. Não se trata de uma escola formal, mas de um centro de convivência, formação e diálogo”, analisou.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Questão da UPE 2008
01. As lutas decorrentes das Cruzadas mostraram não somente o fanatismo religioso mas também afirmaram a importância de interesses econômicos. As Cruzadas economicamente
A) fortaleceram o poder de Constantinopla, enfraquecendo o comércio europeu durante a Idade Média.
B) mantiveram as mesmas rotas comerciais do Império Romano, gerando prejuízos para os comerciantes.
C) acabaram com o comércio nas grandes cidades européias, fortalecendo o feudalismo.
D) diminuíram bastante o prestígio comercial de Constantinopla, fortalecendo o comércio no Mediterrâneo.
E) consolidaram o poder da burguesia francesa, interessada em derrotar os comerciantes italianos.
A) fortaleceram o poder de Constantinopla, enfraquecendo o comércio europeu durante a Idade Média.
B) mantiveram as mesmas rotas comerciais do Império Romano, gerando prejuízos para os comerciantes.
C) acabaram com o comércio nas grandes cidades européias, fortalecendo o feudalismo.
D) diminuíram bastante o prestígio comercial de Constantinopla, fortalecendo o comércio no Mediterrâneo.
E) consolidaram o poder da burguesia francesa, interessada em derrotar os comerciantes italianos.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
QUESTÃO DE HISTÓRIA DA SEMANA
Assinale a alternativa errada:
a) a ruralização da sociedade e da economia, característica do modo de produção feudal, tem sua formação iniciada no momento mesmo da crise do império Romano.
b) O servo medieval era um trabalhador livre que estava ligado à terra, não podendo ser retirado desta para ser vendido.
c) O feudalismo caracterizou-se pela fragmentação política e pelo enfraquecimento do poder do Estado sobre a sociedade.
d) O feudo, uma unidade auto-suficiente, tinha a produção voltada para o auto-consumo e era basicamente agrícola.
e) O poder que a Igreja Católica desfrutou durante a Idade Média foi resultado da riqueza acumulada, desde a crise do Império Romano, por meio de doações do Estado, de particulares e, depois, por meio da renda de suas terras.
RESP.: B
a) a ruralização da sociedade e da economia, característica do modo de produção feudal, tem sua formação iniciada no momento mesmo da crise do império Romano.
b) O servo medieval era um trabalhador livre que estava ligado à terra, não podendo ser retirado desta para ser vendido.
c) O feudalismo caracterizou-se pela fragmentação política e pelo enfraquecimento do poder do Estado sobre a sociedade.
d) O feudo, uma unidade auto-suficiente, tinha a produção voltada para o auto-consumo e era basicamente agrícola.
e) O poder que a Igreja Católica desfrutou durante a Idade Média foi resultado da riqueza acumulada, desde a crise do Império Romano, por meio de doações do Estado, de particulares e, depois, por meio da renda de suas terras.
RESP.: B
sábado, 18 de outubro de 2008
Ato Institucional nº5 (13/12/1968)

O Ato Institucional nº5 foi o instrumento utilizado pelos militares para aumentar os poderes do presidente e permitir a repressão e a perseguição das oposições.
"O presidente da República Federativa do Brasil, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e:
Considerando que a Revolução Brasileira de 31 de março de 1964 teve, conforme decorre dos Atos com os quais se institucionalizou, fundamentos e propósitos que visavam a dar ao país um regime que, atendendo as exigências de um sistema jurídico e político, assegurasse autêntica ordem democrática, baseada na liberdade, no respeito à dignidade da pessoa humana, no combate à subversão e às ideologias contrárias às tradições de nosso povo, na luta contra a corrupção, buscando, deste modo, "os meios indispensáveis à obra de reconstrução econômica, financeira, política e moral do Brasil, de maneira a poder enfrentar, de modo direto e imediato, os graves e urgentes problemas de que depende a restauração da ordem interna e do prestígio internacional da nossa Pátria" (Preâmbulo do Ato Institucional no 1 de 9 de abril de 1964);
Considerando que o governo da República, responsável pela execução daqueles objetivos e pela ordem e segurança internas, só não pode permitir que pessoas ou grupos anti-revolucionários contra ela trabalhem, tramem ou ajam, sob pena de estar faltando a compromissos que assumiu com o povo brasileiro, bem como porque o Poder Revolucionário, ao editar o Ato Institucional no 2, afirmou categoricamente, que "não se disse que a Revolução foi, mas que é e continuará" e, portanto, o processo revolucionário em desenvolvimento não pode ser detido;
Considerando que esse mesmo Poder Revolucionário, exercido pelo presidente da República, ao convocar o Congresso Nacional para discutir, votar e promulgar a nova Constituição, estabeleceu que esta, além de representar "a institucionalização dos ideais e princípios da Revolução", deveria "assegurar a continuidade da obra revolucionária" (Ato Institucional no 4, de 7 de dezembro de 1966);
Considerando que, assim, se torna imperiosa a adoção de medidas que impeçam sejam frustrados os ideais superiores da Revolução, preservando a ordem, a segurança, a tranqüilidade, o desenvolvimento econômico e cultural e a harmonia política e social do País comprometidos por processos subversivos e de guerra revolucionária;
Considerando que todos esses fatos perturbadores da ordem são contrários aos ideais e à consolidação do Movimento de março de 1964, obrigando os que por ele se responsabilizaram e juraram defendê-lo a adotarem as providências necessárias, que evitem sua destruição.
Resolve editar o seguinte:
Ato Institucional
Art. 1º São mantidas a Constituição de 24 de janeiro de 1967 e as Constituições Estaduais, com as modificações constantes deste Ato Institucional.
Art. 2º O presidente da República poderá decretar o recesso do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas e das Câmaras de Vereadores, por Ato Complementar, em estado de sítio ou fora dele, só voltando os mesmos a funcionar quando convocados pelo presidente da República.
§ 1º Decretado o recesso parlamentar, o Poder Executivo correspondente fica autorizado a legislar em todas as matérias e exercer as atribuições previstas nas Constituições ou na Lei Orgânica dos Municípios.
§ 2º Durante o período de recesso, os senadores, os deputados federais e estaduais e os vereadores só perceberão a parte fixa de seus subsídios.
§ 3º Em caso de recesso da Câmara Municipal, a fiscalização financeira e orçamentária dos municípios que não possuam Tribunal de Contas será exercida pelo do respectivo Estado, estendendo sua ação às funções de auditoria, julgamento das contas dos administradores e demais responsáveis por bens e valores públicos.
Art. 3º O presidente da República, no interesse nacional, poderá decretar a intervenção nos estados e municípios, sem as limitações previstas na Constituição.
Parágrafo único. Os interventores nos estados e municípios serão nomeados pelo presidente da República e exercerão todas as funções e atribuições que caibam, respectivamente, aos governadores ou prefeitos, e gozarão das prerrogativas, vencimentos e vantagens fixadas em lei.
Art. 4º No interesse de preservar a Revolução, o presidente da República, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e sem as limitações previstas na Constituição, poderá suspender os direitos políticos de quaisquer cidadãos pelo prazo de 10 anos e cassar mandatos eletivos federais, estaduais e municipais.
Parágrafo único. Aos membros dos Legislativos federal, estaduais e municipais, que tiverem os seus mandatos cassados não serão dados substitutos, determinando-se o quorum parlamentar em função dos lugares efetivamente preenchidos.
Art. 5º A suspensão dos direitos políticos, com base neste Ato, importa simultaneamente, em:
I. cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;
II. suspensão do direito de votar e de ser votado nas eleições sindicais;
III. proibição de atividades ou manifestação sobre assunto de segurança:
a) liberdade vigiada;
b) proibição de freqüentar determinados lugares;
c) domicílio determinado.
§ 1º O ato que decretar a suspensão dos direitos políticos poderá fixar restrições ou proibições relativamente ao exercício de quaisquer outros direitos públicos ou privados.
§ 2º As medidas de segurança de que trata o item IV deste artigo serão aplicadas pelo ministro de estado da Justiça, defesa a apreciação de seu ato pelo Poder Judiciário.
Art. 6º Ficam suspensas as garantias constitucionais ou legais de: vitaliciedade, inamovibilidade e estabilidade, bem como a de exercício em funções por prazo certo.
§ 1º O presidente da República poderá, mediante decreto, demitir, remover, aposentar ou por em disponibilidade quaisquer titulares das garantias referidas neste artigo, assim como empregados de autarquias, empresas públicas ou sociedades de economia mista, e demitir, transferir para a reserva ou reformar militares ou membros das polícias militares, assegurados, quando for o caso, os vencimentos e vantagens proporcionais ao tempo de serviço.
§ 2º O disposto neste artigo e seu § 1º aplica-se, também, nos estados, municípios, Distrito Federal e territórios.
Art. 7º O presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo.
Art. 8º O presidente da República poderá, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.
Parágrafo único. Provada a legitimidade da aquisição dos bens far-se-á a sua restituição.
Art. 9º O presidente da República poderá baixar Atos Complementares para a execução deste Ato institucional, bem como adotar, se necessário à defesa da Revolução, as medidas previstas nas alíneas "d" e "e" do § 2º do artigo 152 da Constituição.
Art. 10º Fica suspensa a garantia de habeas corpus, nos casos de crimes políticos, contra a segurança nacional, a ordem econômica e social e a economia popular.
Art. 11º Excluem-se de qualquer apreciação judicial todos os atos praticados de acordo com este Ato Institucional e seus Atos Complementares, bem como os respectivos efeitos.
Art. 12º O presente Ato Institucional entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 13 de dezembro de 1968; 147º a Independência e 80º da República. A. Costa e Silva; Luís Antônio da Gama e Silva; Augusto Hamann Rademaker Grunewald; Aurélio de Lyra Tavares; José de Magalhães Pinto; Antônio Delfim Netto; Mário David Andreazza; Ivo Arzua Pereira; Tarso Dutra; Jarbas G. Passarinho; Márcio de Souza e Mello; Leonel Miranda; José Costa Cavalcanti; Edmundo de Macedo Soares; Hélio Beltrão; Afonso de A. Lima; Carlos F. de Simas."
"O presidente da República Federativa do Brasil, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e:
Considerando que a Revolução Brasileira de 31 de março de 1964 teve, conforme decorre dos Atos com os quais se institucionalizou, fundamentos e propósitos que visavam a dar ao país um regime que, atendendo as exigências de um sistema jurídico e político, assegurasse autêntica ordem democrática, baseada na liberdade, no respeito à dignidade da pessoa humana, no combate à subversão e às ideologias contrárias às tradições de nosso povo, na luta contra a corrupção, buscando, deste modo, "os meios indispensáveis à obra de reconstrução econômica, financeira, política e moral do Brasil, de maneira a poder enfrentar, de modo direto e imediato, os graves e urgentes problemas de que depende a restauração da ordem interna e do prestígio internacional da nossa Pátria" (Preâmbulo do Ato Institucional no 1 de 9 de abril de 1964);
Considerando que o governo da República, responsável pela execução daqueles objetivos e pela ordem e segurança internas, só não pode permitir que pessoas ou grupos anti-revolucionários contra ela trabalhem, tramem ou ajam, sob pena de estar faltando a compromissos que assumiu com o povo brasileiro, bem como porque o Poder Revolucionário, ao editar o Ato Institucional no 2, afirmou categoricamente, que "não se disse que a Revolução foi, mas que é e continuará" e, portanto, o processo revolucionário em desenvolvimento não pode ser detido;
Considerando que esse mesmo Poder Revolucionário, exercido pelo presidente da República, ao convocar o Congresso Nacional para discutir, votar e promulgar a nova Constituição, estabeleceu que esta, além de representar "a institucionalização dos ideais e princípios da Revolução", deveria "assegurar a continuidade da obra revolucionária" (Ato Institucional no 4, de 7 de dezembro de 1966);
Considerando que, assim, se torna imperiosa a adoção de medidas que impeçam sejam frustrados os ideais superiores da Revolução, preservando a ordem, a segurança, a tranqüilidade, o desenvolvimento econômico e cultural e a harmonia política e social do País comprometidos por processos subversivos e de guerra revolucionária;
Considerando que todos esses fatos perturbadores da ordem são contrários aos ideais e à consolidação do Movimento de março de 1964, obrigando os que por ele se responsabilizaram e juraram defendê-lo a adotarem as providências necessárias, que evitem sua destruição.
Resolve editar o seguinte:
Ato Institucional
Art. 1º São mantidas a Constituição de 24 de janeiro de 1967 e as Constituições Estaduais, com as modificações constantes deste Ato Institucional.
Art. 2º O presidente da República poderá decretar o recesso do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas e das Câmaras de Vereadores, por Ato Complementar, em estado de sítio ou fora dele, só voltando os mesmos a funcionar quando convocados pelo presidente da República.
§ 1º Decretado o recesso parlamentar, o Poder Executivo correspondente fica autorizado a legislar em todas as matérias e exercer as atribuições previstas nas Constituições ou na Lei Orgânica dos Municípios.
§ 2º Durante o período de recesso, os senadores, os deputados federais e estaduais e os vereadores só perceberão a parte fixa de seus subsídios.
§ 3º Em caso de recesso da Câmara Municipal, a fiscalização financeira e orçamentária dos municípios que não possuam Tribunal de Contas será exercida pelo do respectivo Estado, estendendo sua ação às funções de auditoria, julgamento das contas dos administradores e demais responsáveis por bens e valores públicos.
Art. 3º O presidente da República, no interesse nacional, poderá decretar a intervenção nos estados e municípios, sem as limitações previstas na Constituição.
Parágrafo único. Os interventores nos estados e municípios serão nomeados pelo presidente da República e exercerão todas as funções e atribuições que caibam, respectivamente, aos governadores ou prefeitos, e gozarão das prerrogativas, vencimentos e vantagens fixadas em lei.
Art. 4º No interesse de preservar a Revolução, o presidente da República, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e sem as limitações previstas na Constituição, poderá suspender os direitos políticos de quaisquer cidadãos pelo prazo de 10 anos e cassar mandatos eletivos federais, estaduais e municipais.
Parágrafo único. Aos membros dos Legislativos federal, estaduais e municipais, que tiverem os seus mandatos cassados não serão dados substitutos, determinando-se o quorum parlamentar em função dos lugares efetivamente preenchidos.
Art. 5º A suspensão dos direitos políticos, com base neste Ato, importa simultaneamente, em:
I. cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;
II. suspensão do direito de votar e de ser votado nas eleições sindicais;
III. proibição de atividades ou manifestação sobre assunto de segurança:
a) liberdade vigiada;
b) proibição de freqüentar determinados lugares;
c) domicílio determinado.
§ 1º O ato que decretar a suspensão dos direitos políticos poderá fixar restrições ou proibições relativamente ao exercício de quaisquer outros direitos públicos ou privados.
§ 2º As medidas de segurança de que trata o item IV deste artigo serão aplicadas pelo ministro de estado da Justiça, defesa a apreciação de seu ato pelo Poder Judiciário.
Art. 6º Ficam suspensas as garantias constitucionais ou legais de: vitaliciedade, inamovibilidade e estabilidade, bem como a de exercício em funções por prazo certo.
§ 1º O presidente da República poderá, mediante decreto, demitir, remover, aposentar ou por em disponibilidade quaisquer titulares das garantias referidas neste artigo, assim como empregados de autarquias, empresas públicas ou sociedades de economia mista, e demitir, transferir para a reserva ou reformar militares ou membros das polícias militares, assegurados, quando for o caso, os vencimentos e vantagens proporcionais ao tempo de serviço.
§ 2º O disposto neste artigo e seu § 1º aplica-se, também, nos estados, municípios, Distrito Federal e territórios.
Art. 7º O presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo.
Art. 8º O presidente da República poderá, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.
Parágrafo único. Provada a legitimidade da aquisição dos bens far-se-á a sua restituição.
Art. 9º O presidente da República poderá baixar Atos Complementares para a execução deste Ato institucional, bem como adotar, se necessário à defesa da Revolução, as medidas previstas nas alíneas "d" e "e" do § 2º do artigo 152 da Constituição.
Art. 10º Fica suspensa a garantia de habeas corpus, nos casos de crimes políticos, contra a segurança nacional, a ordem econômica e social e a economia popular.
Art. 11º Excluem-se de qualquer apreciação judicial todos os atos praticados de acordo com este Ato Institucional e seus Atos Complementares, bem como os respectivos efeitos.
Art. 12º O presente Ato Institucional entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 13 de dezembro de 1968; 147º a Independência e 80º da República. A. Costa e Silva; Luís Antônio da Gama e Silva; Augusto Hamann Rademaker Grunewald; Aurélio de Lyra Tavares; José de Magalhães Pinto; Antônio Delfim Netto; Mário David Andreazza; Ivo Arzua Pereira; Tarso Dutra; Jarbas G. Passarinho; Márcio de Souza e Mello; Leonel Miranda; José Costa Cavalcanti; Edmundo de Macedo Soares; Hélio Beltrão; Afonso de A. Lima; Carlos F. de Simas."
QUESTÃO DE HISTÓRIA DA SEMANA

(1776) Da Independência dos Estados Unidos ), da Revolução Francesa (1789) e do processo de independência na América Ibérica (1808-1824), pode-se dizer que todos esses movimentos:
a) decidiram implementar a abolição do trabalho escravo e da propriedade privada.
b) tiveram início devido à pressão popular radical e terminaram sob o peso de execuções em massa.
c) conseguiram, com o apoio da burguesia ilustrada, viabilizar a revolução industrial.
d) adotaram idéias democráticas e defenderam a superioridade do homem comum.
e) sofreram influência das idéias ilustradas, mas variaram no encaminhamento das soluções políticas.
resp.: E
terça-feira, 30 de setembro de 2008
QUESTÃO DE DIREITO DA SEMANA
(ESAF/Esp. Polít. Púb. e Gestão Gov./MPOG/2002) Sobre a repartição de competências no Estado federal brasileiro, assinale a opção correta.
a) Quanto ao aspecto tributário, a competência legislativa dos Estados-membros é apenas residual.
b) No âmbito da competência legislativa concorrente, sempre que houver conflito entre legislação federal e legislação estadual, aquela deve prevalecer, em face da sua superioridade hierárquica.
c) É inconstitucional a lei estadual que, no âmbito da competência legislativa concorrente. dispõe sobre normas gerais que a União não editou.
d) A título de suplementação da legislação federal. o Município tem competência para legislar sobre horário de funcionamento das agências bancárias no seu território.
e) A União pode autorizarque os Estados membros legislem sobre questões específicas compreendidas no âmbito da sua competência legislativa privativa.
RESP.: E
a) Quanto ao aspecto tributário, a competência legislativa dos Estados-membros é apenas residual.
b) No âmbito da competência legislativa concorrente, sempre que houver conflito entre legislação federal e legislação estadual, aquela deve prevalecer, em face da sua superioridade hierárquica.
c) É inconstitucional a lei estadual que, no âmbito da competência legislativa concorrente. dispõe sobre normas gerais que a União não editou.
d) A título de suplementação da legislação federal. o Município tem competência para legislar sobre horário de funcionamento das agências bancárias no seu território.
e) A União pode autorizarque os Estados membros legislem sobre questões específicas compreendidas no âmbito da sua competência legislativa privativa.
RESP.: E
A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares. Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 63 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito. Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez... O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil....parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre. Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca. Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do cartão de crédito. Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul. Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir... Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó. Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos. Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel... Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores. Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou. Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado. O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir. O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão. O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente. No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira. O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.
Castilho Finabank CCTVM tel :40834546 castilho@finabank.com.br http://www.finabank.com.br/
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
CFI - REVISÃO SSA
PRÉ-HISTÓRIA
1. (Covest) O Estado surge com o rompimento gradativo da comunidade primitiva; não para garantir o bem comum, mas para assegurar o domínio de uma minoria sobre o resto da sociedade. Relacionam-se o surgimento do Estado.
0 0. O direito materno, na vigência da organização gentílica.
1 1. O regime de propriedade coletiva dos meios de produção.
2 2. A existência da coleta, como atividade essencialmente feminina.
3 3. A existência de uma relação de igualdade entre o homem e a mulher, pois ambos participavam da produção.
4 4. A produção de excedentes associada à propriedade privada.
2. (Covest) Assinale as alternativas corretas e incorretas relativas à Pré-História:
0 0. Existência de uma apropriação coletiva dos bens necessários à sobrevivência. Cada homem possuía seus utensílios, porém a terra, os rios, as florestas eram possuídas coletivamente.
1 1. O acúmulo do conhecimento e a intensificação da relação homem/natureza permitiram a produção de alimentos através da agricultura e da domesticação de animais.
2 2. Importante produção de ferramentas no Paleolítico. Em algumas regiões além do aproveitamento das lascas se conseguia “esculpir” machadinhas.
3 3. Ocorreu considerável aumento populacional na fase de coleta de alimentos em detrimento da fase de produção de alimentos.
4 4. Na divisão de trabalho por sexo, coube à mulher o cultivo da terra, a coleta de frutos e de raízes comestíveis.
3. (Unicap) O período mais importante do desenvolvimento humano, da Pré-História propriamente dita, foi o surgimento da sociedade de classes e da propriedade privada. Assim
0 0. A primeira fase histórica, para a formação de uma sociedade de classe, correspondeu à fixação nos vales férteis dos rios à domesticação das plantas e dos animais.
1 1. O excedente da produção, no final do Neolítico, gerou a divisão das classes.
2 2. A acumulação do excedente produzido cria uma camada privilegiada, que se apodera das melhores terras, criando a divisão das classes.
3 3. A Idade dos Metais, com o comércio, as guerras e a escravidão, consolida a divisão da sociedade em classes diferenciadas.
4 4. Ao lado da escravidão, outras atividades se desenvolvem na Idade dos Metais: o artesanato, por exemplo, que gera a classe do artesão escravo.
4. (Covest) “Toda riqueza provém do trabalho. A natureza proporcionou os materiais que o trabalho transforma em riqueza” (F. Engels). A partir da citação acima, assinale as alternativas corretas e incorretas.
Esta questão refere-se à relação entre a transformação do modo de produção primitivo e o surgimento de classes.
0 0. O aumento da produção dos excedentes permitiu a acumulação de riqueza nas mãos de alguns elementos do grupo.
1 1. Com a produção de excedente, surgiu uma sociedade baseada na propriedade coletiva dos bens.
2 2. A propriedade privada acarretou a formação de classes sociais e, consequentemente, do Estado.
3 3. As relações sociais atingiram um nível diferente com a evolução da economia, modificando até mesmo os papéis entre o homem e a mulher.
4 4. A deteriorização do período neolítico culminou com diferentes relações de propriedade, que permitiram classificar o período seguinte de Revolução Neolítica.
5. (Covest) Apesar de sua importância para a compreensão da evolução do homem, o período que se denomina de Pré-História, abrangendo 99,6% da História da Humanidade, era, até os fins do século passado, pouco conhecido. Esse desconhecimento revela:
0 0. Os preconceitos que dominavam a historiografia a respeito de povos “sem civilização”.
1 1. A influência da Igreja, que condenava os estudos que questionassem as informações bíblicas.
2 2. O baixo nível das técnicas de investigação.
3 3. A preocupação de se trabalhar fundamentalmente com dados materiais.
4 4. O desprezo por tudo que não se caracteriza como nitidamente europeu.
6. (Unicap) Para caracterizar a formação das comunidades primitivas, temos que entender a complexidade da Revolução Neolítica.
0 0. Foi de grande importância o domínio do homem sobre a natureza.
1 1. Na bacia do mar Mediterrâneo, na Ásia Menor e na Índia, predominou o cultivo da uva, do trigo e da aveia.
2 2. Conquanto a agricultura se caracteriza pela subsistência, já era possível a existência de um excedente.
3 3. No Neolítico, os homens já se encontravam organizados em tribos, substituindo as hordas e os bandos.
4 4. Os vales aluviais davam aos homens a vantagem de não sofrerem ação das cheias periódicas.
7. (Covest) Resolva a questão, considerando as revelações feitas pela Ciência em relação à trajetória humana na fase pré-histórica.
0 0. O desenvolvimento gradativo do cérebro permitiu a invenção de ferramentas e garantiu a criação da cultura.
1 1. A linguagem articulada facilitou a transmissão dos conhecimentos de geração a geração, formando o legado social da humanidade.
2 2. A posição erecta e a linguagem articulada acentuam a humanização e só começam a aparecer com o Homem de Neanderthal.
3 3. O enterramento dos mortos, com seus objetos pessoais, demonstram preocupações com o além e só ocorre com o Homo Sapiens.
4 4. A fabricação do fogo permitiu ao homem a libertação do controle exercido pelo clima e impulsionou seu deslocamento por várias regiões.
8. (Covest) Dentre as alternativas abaixo, uma apresenta fatores que marcaram a Revolução Neolítica e modificaram a economia coletiva. Assinale-a:
a) A domesticação dos animais e a agricultura.
b) A pintura e a escultura como manifestações artísticas.
c) A utilização do fogo de forma racional e o aperfeiçoamento dos instrumentos de trabalho.
d) A agricultura e o aperfeiçoamento dos instrumentos utilizados na caça.
e) A utilização da roda e o surgimento da propriedade privada.
9. (Covest) O homem percorreu um longo caminho até atingir sua forma atual – a do Homo Sapiens – e manifestar vida sob forma de cultura. Indique os fatores que possibilitaram a sua existência como ser histórico.
0 0. Os homínidas sofreram modificações corporais que lhes permitiram maior interferência no espaço físico.
1 1. A utilização da técnica possibilitou a confecção das ferramentas, que são o prolongamento do seu corpo.
2 2. A capacidade de decidir sobre a vida – considerando o aqui (espaço) e o agora (tempo) – incrementou o processo civilizatório.
3 3. A liberação do polegar do restante dos dedos possibilitou ao homem manipular melhor os objetos.
4 4. A adaptação do homem à natureza é um sinal de sua humanização.
10. (Unicap) “Diferentemente das outras espécies animais, o homem possui poucas defesas corporais para enfrentar as condições do meio ambiente. Essa deficiência física, aliada a um cérebro complexo, permite ao homem grandes quantidades de movimentos e capacidade para criar seu equipamento material”.
Deste texto da História das Sociedades, podemos concluir:
0 0. O homem, pela sua capacidade física, conseguiu dominar a natureza.
1 1. A cultura humana não é hereditária, o conhecimento humano é um legado social.
2 2. O homem é a única espécie animal que possui técnica para transformar a natureza.
3 3. A produção de alimentos (agricultura) provoca uma profunda modificação física e biológica no homem.
4 4. Com a economia produtora, o homem tinha o controle de sua sobrevivência, embora não possuísse ainda o poder de previsão da produção.
1. (Covest) O Estado surge com o rompimento gradativo da comunidade primitiva; não para garantir o bem comum, mas para assegurar o domínio de uma minoria sobre o resto da sociedade. Relacionam-se o surgimento do Estado.
0 0. O direito materno, na vigência da organização gentílica.
1 1. O regime de propriedade coletiva dos meios de produção.
2 2. A existência da coleta, como atividade essencialmente feminina.
3 3. A existência de uma relação de igualdade entre o homem e a mulher, pois ambos participavam da produção.
4 4. A produção de excedentes associada à propriedade privada.
2. (Covest) Assinale as alternativas corretas e incorretas relativas à Pré-História:
0 0. Existência de uma apropriação coletiva dos bens necessários à sobrevivência. Cada homem possuía seus utensílios, porém a terra, os rios, as florestas eram possuídas coletivamente.
1 1. O acúmulo do conhecimento e a intensificação da relação homem/natureza permitiram a produção de alimentos através da agricultura e da domesticação de animais.
2 2. Importante produção de ferramentas no Paleolítico. Em algumas regiões além do aproveitamento das lascas se conseguia “esculpir” machadinhas.
3 3. Ocorreu considerável aumento populacional na fase de coleta de alimentos em detrimento da fase de produção de alimentos.
4 4. Na divisão de trabalho por sexo, coube à mulher o cultivo da terra, a coleta de frutos e de raízes comestíveis.
3. (Unicap) O período mais importante do desenvolvimento humano, da Pré-História propriamente dita, foi o surgimento da sociedade de classes e da propriedade privada. Assim
0 0. A primeira fase histórica, para a formação de uma sociedade de classe, correspondeu à fixação nos vales férteis dos rios à domesticação das plantas e dos animais.
1 1. O excedente da produção, no final do Neolítico, gerou a divisão das classes.
2 2. A acumulação do excedente produzido cria uma camada privilegiada, que se apodera das melhores terras, criando a divisão das classes.
3 3. A Idade dos Metais, com o comércio, as guerras e a escravidão, consolida a divisão da sociedade em classes diferenciadas.
4 4. Ao lado da escravidão, outras atividades se desenvolvem na Idade dos Metais: o artesanato, por exemplo, que gera a classe do artesão escravo.
4. (Covest) “Toda riqueza provém do trabalho. A natureza proporcionou os materiais que o trabalho transforma em riqueza” (F. Engels). A partir da citação acima, assinale as alternativas corretas e incorretas.
Esta questão refere-se à relação entre a transformação do modo de produção primitivo e o surgimento de classes.
0 0. O aumento da produção dos excedentes permitiu a acumulação de riqueza nas mãos de alguns elementos do grupo.
1 1. Com a produção de excedente, surgiu uma sociedade baseada na propriedade coletiva dos bens.
2 2. A propriedade privada acarretou a formação de classes sociais e, consequentemente, do Estado.
3 3. As relações sociais atingiram um nível diferente com a evolução da economia, modificando até mesmo os papéis entre o homem e a mulher.
4 4. A deteriorização do período neolítico culminou com diferentes relações de propriedade, que permitiram classificar o período seguinte de Revolução Neolítica.
5. (Covest) Apesar de sua importância para a compreensão da evolução do homem, o período que se denomina de Pré-História, abrangendo 99,6% da História da Humanidade, era, até os fins do século passado, pouco conhecido. Esse desconhecimento revela:
0 0. Os preconceitos que dominavam a historiografia a respeito de povos “sem civilização”.
1 1. A influência da Igreja, que condenava os estudos que questionassem as informações bíblicas.
2 2. O baixo nível das técnicas de investigação.
3 3. A preocupação de se trabalhar fundamentalmente com dados materiais.
4 4. O desprezo por tudo que não se caracteriza como nitidamente europeu.
6. (Unicap) Para caracterizar a formação das comunidades primitivas, temos que entender a complexidade da Revolução Neolítica.
0 0. Foi de grande importância o domínio do homem sobre a natureza.
1 1. Na bacia do mar Mediterrâneo, na Ásia Menor e na Índia, predominou o cultivo da uva, do trigo e da aveia.
2 2. Conquanto a agricultura se caracteriza pela subsistência, já era possível a existência de um excedente.
3 3. No Neolítico, os homens já se encontravam organizados em tribos, substituindo as hordas e os bandos.
4 4. Os vales aluviais davam aos homens a vantagem de não sofrerem ação das cheias periódicas.
7. (Covest) Resolva a questão, considerando as revelações feitas pela Ciência em relação à trajetória humana na fase pré-histórica.
0 0. O desenvolvimento gradativo do cérebro permitiu a invenção de ferramentas e garantiu a criação da cultura.
1 1. A linguagem articulada facilitou a transmissão dos conhecimentos de geração a geração, formando o legado social da humanidade.
2 2. A posição erecta e a linguagem articulada acentuam a humanização e só começam a aparecer com o Homem de Neanderthal.
3 3. O enterramento dos mortos, com seus objetos pessoais, demonstram preocupações com o além e só ocorre com o Homo Sapiens.
4 4. A fabricação do fogo permitiu ao homem a libertação do controle exercido pelo clima e impulsionou seu deslocamento por várias regiões.
8. (Covest) Dentre as alternativas abaixo, uma apresenta fatores que marcaram a Revolução Neolítica e modificaram a economia coletiva. Assinale-a:
a) A domesticação dos animais e a agricultura.
b) A pintura e a escultura como manifestações artísticas.
c) A utilização do fogo de forma racional e o aperfeiçoamento dos instrumentos de trabalho.
d) A agricultura e o aperfeiçoamento dos instrumentos utilizados na caça.
e) A utilização da roda e o surgimento da propriedade privada.
9. (Covest) O homem percorreu um longo caminho até atingir sua forma atual – a do Homo Sapiens – e manifestar vida sob forma de cultura. Indique os fatores que possibilitaram a sua existência como ser histórico.
0 0. Os homínidas sofreram modificações corporais que lhes permitiram maior interferência no espaço físico.
1 1. A utilização da técnica possibilitou a confecção das ferramentas, que são o prolongamento do seu corpo.
2 2. A capacidade de decidir sobre a vida – considerando o aqui (espaço) e o agora (tempo) – incrementou o processo civilizatório.
3 3. A liberação do polegar do restante dos dedos possibilitou ao homem manipular melhor os objetos.
4 4. A adaptação do homem à natureza é um sinal de sua humanização.
10. (Unicap) “Diferentemente das outras espécies animais, o homem possui poucas defesas corporais para enfrentar as condições do meio ambiente. Essa deficiência física, aliada a um cérebro complexo, permite ao homem grandes quantidades de movimentos e capacidade para criar seu equipamento material”.
Deste texto da História das Sociedades, podemos concluir:
0 0. O homem, pela sua capacidade física, conseguiu dominar a natureza.
1 1. A cultura humana não é hereditária, o conhecimento humano é um legado social.
2 2. O homem é a única espécie animal que possui técnica para transformar a natureza.
3 3. A produção de alimentos (agricultura) provoca uma profunda modificação física e biológica no homem.
4 4. Com a economia produtora, o homem tinha o controle de sua sobrevivência, embora não possuísse ainda o poder de previsão da produção.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
11 DE SETEMBRO...DIA TRISTE ?

O império é atacado....
Uma das mais ousadas e cruéis ações terroristas de toda a História aconteceu m 11 de setembro de 2001. Nesse dia, o mundo inteiro parou perplexo para acompanhar o ataque que pôs abaixo um dos símbolos do poderio econômico norte americano: as torres gêmeas do World Trade Center (WTC). Pelo local costumavam transitar cerca de 200 mil pessoas, 50 mil dos quais trabalhadores. O WTC tinha, no subterrâneo, um dos grandes entroncamentos de trens urbanos da cidade de Nova York.
Momentos mais tarde, em Washington, o Pentágono, Sede do Ministério da Defesa e do Comando das Forças Armadas dos Estados Unidos, também era atacado.
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